Willace Souza diz que repórter de seu programa foi agredida no rosto por ex que não aceitava seu trabalho em Manaus
A mulher pulou de carro em movimento para fugir da tentativa de feminicídio. Willace cobra a justiça para que prenda o suspeito.
- Foto: Reprodução
O empresário Willace Souza, que é apresentador do programa Sinal Livre, da TV Bandeirantes, se manifestou nas redes sociais repudiando a tentativa de feminicídio sofrida pela repórter do programa Sabrina Nobre, agredida por seu ex-companheiro, Jairo Monzas, de 40 anos, na última sexta-feira (27/12) na Zona Norte de Manaus.
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Segundo Willace, a vítima aceitou um carona do ex após sair de um evento e durante o trajeto, Jairo iniciou uma série de agressões físicas contra a jornalista, desferindo violentos socos no rosto de Sabrina. Assustada e sem opções, Sabrina entrou em pânico e, em um ato desesperado de fuga, saltou do veículo em movimento. Ela conseguiu se distanciar de seu agressor, evitando uma situação ainda mais grave.
“Ele não aceitava o trabalho da Sabrina e por isso acertou diretamente o seu rosto acertando as maças do rosto e o seu nariz. Nós iremos cobrar as autoridades uma punição dura, severa para o Jairo para que ele seja preso imediatamente. Pessoa cruel que não aceita o término do relacionamento”, disse.
Willace Souza defende funcionária vítima de tentativa de feminicídio em
Manaus e diz que agressor debocha da justiça pic.twitter.com/a4IVdcnPVA— AM POST (@portalampost) January 3, 2025
O apresentador também chamou atenção para a situação profissional de Jairo, que é servidor do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e afirmou que devido seu cargo ele debocha da justiça.
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“Vamos cobrar a justiça do estado que prenda o Jairo, que o governo federal, tire o seu concurso, pois ele é servidor do INSS. Esse agressor de mulheres é um servidor federal que diz não acreditar na justiça e que no máximo irá pagar apenas sextas básicas porque ele é concursado. Mas eu quero dizer Jairo, nós não vamos descansar até te ver atrás das grades”
Sabrina registrou denúncia na Delegacia Especializada em Crimes contra a Mulher (DECCM), na zona Centro-Sul de Manaus, no dia seguinte.
A reportagem não conseguiu contato com a defesa de Jairo Monzas mas deixa aberto espaço para manifestação.
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