Autópsia diz que militar rebelde da Venezuela foi espancado, chicoteado e eletrocutado
As lideranças chavistas na Venezuela se recusaram a admitir que ele morreu após sofrer tortura.
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O militar venezuelano Rafael Acosta Arévalo teve 16 costelas quebradas, fratura do septo nasal e de um dos pés, lesões compatíveis com chicotadas e queimaduras, possivelmente causadas por choques elétricos. Detalhes da autópsia de seu corpo foram publicados pelo advogado venezuelano Zair Mundaray no Twitter nesta quarta-feira (3).
Rafael morreu no último sábado (29) sob custódia do regime de Nicolás Maduro, acusado de participar de uma suposta tentativa de golpe contra o chavismo na Venezuela.
Acosta estava quase inconsciente em uma audiência na sexta-feira, depois de ter sido espancado e torturado, disse sua mulher, Waleska Perez, em entrevista a uma emissora da televisão de Miami, acrescentando que ele foi transferido para um centro de saúde militar.
As lideranças chavistas na Venezuela confirmaram a morte de Acosta, mas se recusaram a admitir que ele morreu após sofrer tortura.
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