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Resumo
O bloqueio das passagens de Gaza após a escalada militar envolvendo Israel, Irã e Estados Unidos acendeu alertas sobre a falta iminente de combustível e alimentos básicos no território. Autoridades locais, representantes da ONU e moradores temem impactos imediatos em hospitais, água e saneamento, enquanto Israel afirma que os estoques ainda são suficientes.
Notícias do Mundo – A Gaza enfrenta um cenário de crescente pressão humanitária após o fechamento das passagens de fronteira que abastecem o território com combustível e mercadorias. Autoridades locais alertam que os estoques já limitados podem se esgotar em poucos dias, agravando a situação da população civil em meio ao conflito regional.
Fechamento das passagens e contexto do conflito
As Forças Armadas de Israel fecharam todas as passagens de fronteira de Gaza no sábado, após anunciarem ataques aéreos contra o Irã realizados em coordenação com os Estados Unidos. Segundo autoridades israelenses, as passagens não poderiam operar com segurança durante a guerra.
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Possível reabertura parcial
Na noite de segunda-feira, Israel informou que pretende reabrir nesta terça-feira a Passagem de Kerem Shalom para uma “entrada gradual de ajuda humanitária”, sem detalhar volumes ou prazos.
Risco para serviços essenciais
Gaza depende integralmente do combustível transportado por caminhões vindos de Israel e do Egito. A escassez pode comprometer hospitais, além dos serviços de água e saneamento. Grande parte da população é formada por deslocados internos após dois anos de guerra entre Israel e militantes do Hamas.
Alertas da ONU e de organizações locais
Karuna Herrmann, do Escritório das Nações Unidas para Serviços de Projetos, afirmou que o combustível disponível pode garantir apenas alguns dias de funcionamento. Já líderes humanitários em Gaza estimam que alimentos essenciais também podem acabar em curto prazo, avaliação que a Reuters não conseguiu verificar de forma independente.
Posição de Israel e temor da população
A COGAT declarou que foram entregues alimentos suficientes desde a trégua iniciada em outubro e que os estoques devem durar por um longo período. Moradores, porém, temem o retorno da fome, lembrando o bloqueio anterior que durou 11 semanas e afetou partes do enclave.
Declaração de Transparência
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