Chefe de segurança da líder da oposição venezuelana é preso
Detenção ocorre menos de duas semanas antes das eleições presidenciais e a oposição acusa Maduro de perseguição.
- O chefe de segurança de María Corina Machado, líder da oposição venezuelana, foi preso poucos dias antes das eleições presidenciais de 28 de julho, aumentando as denúncias de perseguição política por parte do governo de Nicolás Maduro.
- María Corina Machado foi impedida de concorrer à presidência por decisão judicial, forçando a coalizão opositora a apoiar Edmundo González, que lidera as pesquisas contra Maduro.
- Organizações internacionais, incluindo Celac, Caricom, ONU e União Africana, atuarão como observadores do pleito, enquanto a oposição denuncia prisões e perseguições; seis ex-funcionários de Machado buscam asilo na embaixada da Argentina.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- María Corina Machado e Nicolás Maduro – Foto: Reprodução
O chefe de segurança da líder da oposição venezuelana, María Corina Machado (foto), foi preso nesta quarta-feira (17), informou o partido Vente Venezuela na rede social X (antigo Twitter).
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A prisão ocorre menos de duas semanas antes da disputa presidencial de 28 de julho, na qual o candidato da coalizão de oposição, Edmundo González, está significativamente à frente do presidente Nicolás Maduro, que busca um terceiro mandato. O ditador é acusado de perseguir a oposição.
María Corina foi impedida por um tribunal de concorrer na eleição presidencial por supostas violações de fraude, o que ela nega, forçando sua coalizão a apoiar González, um ex-diplomata.
A Vente Venezuela disse que as autoridades levaram o chefe de segurança de María Corina, Milciades Ávila, da casa onde ele estava hospedado.
Sem comentários
O Ministério das Comunicações da Venezuela e a Procuradoria não comentaram a prisão.
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A oposição venezuelana tem denunciado repetidamente as prisões e outras ações das autoridades que, segundo ela, têm o objetivo de prejudicar sua campanha eleitoral e impedir uma eleição justa.
Segundo o chefe do Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela informou que a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), a Comunidade do Caribe (Caricom) e um painel de especialistas das Nações Unidas, além da União Africana e do Centro Carter, entre outros, participarão como observadores do pleito.
O Foro Penal, uma organização não governamental, disse na segunda-feira (15) que 102 pessoas foram detidas desde o início da campanha eleitoral em 4 de julho.
Seis dos ex-funcionários de campanha de Machado estão atualmente escondidos na embaixada da Argentina, de onde buscam asilo político.
Reuters
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