Mundo

Mundo


A notícia que atravessa o Brasil!

Pesquisar por em AM POST

Equador anuncia libertação de reféns em prisões e reforça medidas contra onda de violência

Na terça-feira, homens encapuzados e armados invadiram o canal TC Televisión, forçando os funcionários a deitarem no chão durante uma transmissão ao vivo.

Por Hugo Guimarães

14/01/2024 às 07:30

Foto: Reprodução

O presidente do Equador, Daniel Noboa, confirmou a libertação de todos os guardas e funcionários administrativos que haviam sido feitos reféns por detentos em sete prisões do país. O anúncio foi feito por meio de uma publicação no X, antigo Twitter, onde o presidente parabenizou as forças de segurança e o Exército equatoriano pelo sucesso na operação que resultou na libertação de mais de 130 reféns em prisões localizadas em Azuay, Cañar, Cotopaxi, Tungurahua, Loja, El Oro e Esmeraldas.

PUBLICIDADE

“Parabéns pelo trabalho patriótico, profissional e corajoso das Forças Armadas, da Polícia Nacional e do SNAI” (Serviço Nacional de Atenção Integral às Pessoas Privadas de Liberdade), destacou o presidente equatoriano em sua mensagem nas redes sociais. Noboa também ressaltou a liderança dos ministros do Interior, Mónica Palencia, e da Defesa, Giancarlo Loffredo, pelo papel crucial na libertação do pessoal detido.

Em comunicado, o SNAI informou que as ações conjuntas entre militares, polícias e agentes penitenciários foram concluídas com sucesso, resultando na libertação de todos os reféns. No sábado, o SNAI havia comunicado que 133 guardas e três funcionários administrativos permaneciam reféns em diversas prisões.

O Equador enfrenta uma onda de violência desde a fuga do líder da maior facção criminosa, José Adolfo Macias. O presidente Noboa decretou estado de exceção e implementou medidas para neutralizar 22 grupos considerados terroristas. Um toque de recolher das 23h às 5h foi estabelecido pelos próximos dois meses, mas incidentes, como um incêndio em uma boate em El Coca, sugerem desrespeito às restrições. Mais de 170 pessoas permanecem como reféns nos presídios.

Na terça-feira, homens encapuzados e armados invadiram o canal TC Televisión, em Guayaquil, forçando os funcionários a deitarem no chão durante uma transmissão ao vivo. A situação elevou os níveis de preocupação e segurança no país, com soldados das Forças Armadas patrulhando as ruas em veículos blindados para conter a instabilidade.

Redação AM POST

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

O AM POST está em todo lugar

Baixe agora mesmo o nosso app

Faça parte da comunidade

  • Praticidade na informação

  • Notícias todos os dias

  • Compartilhe com facilidade

WhatsApp Telegram
Sobre o TEA

Autismo: Todos na mesma maré, mas em embarcações diferentes.

Gretchen Stipp

Últimas notícias

Polícia

Polícia apreende drogas, dinheiro e balança de precisão durante ação na Cidade de Deus em Manaus

Material foi apreendido na noite desta quinta-feira (30), na zona Norte da capital.

há 15 minutos

Brasil

Renan Santos lidera gastos com anúncios contra Lula e Flávio Bolsonaro nas redes da Meta

Levantamento mostra que candidato do Missão foi quem mais investiu em publicidade direcionada ao presidente Lula e ao senador Flávio Bolsonaro.

há 16 minutos

Amazonas

MPAM empossa novos promotores e marca posse da primeira mulher trans no cargo no Brasil

Cerimônia acontece nesta sexta-feira (31), em Manaus, e oficializa a entrada de seis promotores de Justiça substitutos aprovados em concurso público.

há 24 minutos

Polícia

Homem é preso suspeito do desaparecimento de jovem de 21 anos no Amazonas

Conhecido como “Matrix”, homem de 22 anos também é investigado por crimes como tortura, tráfico de drogas, sequestro e associação criminosa, segundo a Polícia Civil.

há 53 minutos

Brasil

TCU estima prejuízo de R$ 49 milhões com irregularidades em emendas Pix

Auditoria identificou problemas em 82% das transferências analisadas e apontou falhas de transparências.

há 1 hora