Evo Morales acusa governo da Bolívia de conspirar para retirá-lo de corrida presidencial
A Suprema Corte do país revogou a possibilidade de um presidente ou vice-presidente permanecer no poder por mais de dois mandatos consecutivos ou intercalados.

Foto: Agência Brasil
O ex-presidente da Bolívia Evo Morales acusou o atual governo de tramar um “plano obscuro” para retirá-lo da corrida presidencial de 2025. Ontem, a Suprema Corte do país revogou a possibilidade de um presidente ou vice-presidente permanecer no poder por mais de dois mandatos consecutivos ou intercalados.
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“A sentença política do Tribunal Constitucional é a prova da cumplicidade de alguns magistrados com o plano obscuro executado pelo governo por ordens do império e com a conspiração da direita boliviana”, afirmou Morales, em publicação no X, antigo Twitter.
Segundo ele, a decisão é uma nova tentativa dos “neoliberais para ilegalizar e eliminar fisicamente” o seu partido, Movimento para o Socialismo (MAS-IPSP), do Congresso boliviano. “Sem medo. A luta segue!”, acrescentou Morales.
A decisão do Tribunal Constitucional da Bolívia anula outra de 2017, que havia autorizado Morales a concorrer a um terceiro mandato em 2019. A constituição boliviana permite apenas uma reeleição consecutiva, e Morales já havia atingido esse limite quando foi reeleito em 2015.
Estadão Conteúdo

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