Ex-presidente Evo Morales passa a ser acusado de terrorismo e tem nova ordem de prisão emitida na Bolívia
Ministério Público afirma que o ex-presidente incentivou bloqueios de rodovias que deixaram mortos, provocaram desabastecimento e causaram prejuízo bilionário ao país; Morales nega as acusações.
- O Ministério Público da Bolívia expediu nova ordem de prisão contra o ex-presidente Evo Morales, agora investigado por supostos crimes de terrorismo, rebelião armada e instigação pública.
- A acusação se baseia em alegações de que Morales teria incentivado e coordenado bloqueios de estradas por mais de 50 dias, afetando alimentos, combustíveis e oxigênio medicinal.
- Segundo os promotores, os protestos teriam causado ao menos 16 mortes e prejuízos estimados em mais de US$ 3 bilhões, enquanto Morales permanece em seu reduto político no Trópico de Cochabamba.
- A decisão aumenta a tensão política na Bolívia e aprofunda o conflito entre apoiadores de Morales e o governo, com autoridades dizendo que seguem medidas para conter a violência e continuar as investigações.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.

FOTO: Reprodução
Notícias do Mundo – O Ministério Público da Bolívia expediu uma nova ordem de prisão contra o ex-presidente Evo Morales, que agora é investigado por supostos crimes de terrorismo, rebelião armada contra a segurança do Estado e instigação pública à prática de crimes. As acusações estão relacionadas aos bloqueios de estradas que atingiram diversas regiões do país nas últimas semanas.
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Promotores apontam participação nos bloqueios
De acordo com as autoridades bolivianas, Morales teria incentivado e coordenado manifestações que resultaram na interrupção de importantes rodovias por mais de 50 dias.
Segundo a investigação, os bloqueios provocaram falta de alimentos, combustíveis e oxigênio medicinal em diversas localidades, além de comprometer o abastecimento de serviços essenciais.
Ainda conforme o Ministério Público, os protestos deixaram ao menos 16 mortos e causaram prejuízos estimados em mais de US$ 3 bilhões à economia boliviana.
Ex-presidente permanece em reduto político
Evo Morales permanece em seu reduto político, localizado na região do Trópico de Cochabamba.
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Além da nova ordem de prisão, o ex-presidente também responde a outro processo na Justiça boliviana, relacionado a acusações de tráfico agravado de pessoas. Morales nega as acusações apresentadas contra ele.
Caso amplia tensão política
A nova decisão do Ministério Público aumenta a tensão política no país e aprofunda o embate entre apoiadores de Morales e o governo boliviano.
As autoridades afirmam que seguem adotando medidas para conter os episódios de violência registrados durante os protestos e dar continuidade às investigações.
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