Funeral de Charlie Kirk reúne mais de 100 mil pessoas e conta com presença de Trump e líderes dos EUA
Com capacidade máxima de 73 mil lugares, o estádio ficou lotado, enquanto milhares de pessoas aguardavam do lado de fora em uma fila.
- Reprodução / Instagram Charlie Krik
Notícias do Mundo – Mais de 100 mil pessoas participaram neste domingo (21) do culto em memória ao influenciador conservador Charlie Kirk, assassinado no dia 10 de setembro, em Utah. O evento aconteceu no Estádio State Farm, em Glendale, Arizona, sob forte esquema de segurança, e reuniu nomes de peso da política norte-americana, incluindo o presidente Donald Trump e o vice-presidente JD Vance.
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Com capacidade máxima de 73 mil lugares, o estádio ficou lotado, enquanto milhares de pessoas aguardavam do lado de fora em uma fila que se estendia por 1,6 km. Muitos percorreram mais de 3 km sob o sol para tentar acompanhar a cerimônia. Uma arena de hóquei próxima, com 19 mil lugares, também foi preparada para acolher o público excedente.
Homenagens de autoridades
No palco, o vice-presidente JD Vance exaltou a trajetória de Kirk, afirmando que o velório se transformou em uma “celebração de fé e legado”.
“O assassino maligno que tirou Charlie de nós esperava que tivéssemos um funeral, e em vez disso tivemos um reavivamento e uma celebração de Charlie Kirk e de Jesus Cristo”, disse Vance.
O secretário de Estado Marco Rubio classificou o crime como “político e pessoal” e anunciou que o governo americano negou vistos a estrangeiros que celebraram a morte do influenciador. Já o secretário de Defesa, Pete Hegseth, chamou Kirk de “querido amigo” e afirmou que sua vida e morte representam “esperança para cristãos e patriotas americanos”.
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O secretário de Saúde, Robert Kennedy Jr., comparou a trajetória do influenciador à de Jesus Cristo:
“Cristo morreu aos 33 anos, mas mudou a história. Charlie morreu aos 31 anos porque se rendeu, e também mudou a trajetória da história”.
Trump e o impacto político
Antes de embarcar para o Arizona, Trump disse que o dia seria “muito difícil” e destacou que prestaria apoio à viúva de Kirk, Erika, além de falar sobre o legado político do influenciador. Para aliados republicanos, Kirk foi peça-chave na mobilização conservadora nos Estados Unidos.
Dentro do estádio, o ambiente lembrava uma fusão entre culto religioso e comício político. Uma banda cristã tocava rock devocional, enquanto apoiadores usavam bonés vermelhos de Trump e chapéus com as inscrições “Make America Charlie Kirk”.
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