Milei assina decreto que prevê expulsão de estrangeiros por ataques à Argentina e acirra tensão com o Brasil
Nova medida permite barrar a entrada e deportar estrangeiros que promovam discursos de ódio, violência, discriminação ou desrespeitem símbolos nacionais argentinos.
- O presidente da Argentina, Javier Milei, assinou um DNU que permite proibir a entrada e expulsar estrangeiros que promovam ódio, discriminação, violência ou ofendam símbolos nacionais argentinos.
- A Casa Rosada justificou a medida como proteção da soberania diante do aumento de manifestações consideradas hostis à Argentina.
- O decreto foi publicado no Diário Oficial (nº 681/2026) e será analisado pelo Congresso, com parecer em até 10 dias úteis.
- A assinatura ocorre durante a crise diplomática entre Argentina e Brasil, após críticas de Milei a Lula e ao ministro Alexandre de Moraes, gerando reações do governo brasileiro.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.

FOTO: Reprodução/Redes Sociais
Notícias do Mundo – O presidente da Argentina, Javier Milei, assinou um decreto que autoriza a proibição de entrada e a expulsão de estrangeiros que promovam discursos de ódio, discriminação, violência ou pratiquem atos considerados ofensivos aos símbolos nacionais argentinos. A medida foi anunciada nesta quinta-feira (30) em meio à crise diplomática entre os governos da Argentina e do Brasil.
Leia também: Bolsonaro diz ao STF que não autorizou vídeo com IA usado em convenção de Flávio Bolsonaro
PUBLICIDADE
Decreto endurece regras para entrada de estrangeiros
Em publicação nas redes sociais, a Presidência da Argentina informou que Milei assinou um Decreto de Necessidade e Urgência (DNU), criando novas regras para impedir a entrada e determinar a expulsão de estrangeiros que pratiquem determinados atos contra o país.
Segundo o governo argentino, a medida alcança pessoas que promovam mensagens de ódio, discriminação ou violência contra o povo argentino em razão da nacionalidade, além de atos considerados ofensivos aos símbolos nacionais.
Governo diz que decisão protege a soberania
No comunicado oficial, a Casa Rosada afirmou que a decisão foi tomada diante do aumento de manifestações consideradas hostis contra a Argentina.
“Quem atacar a República Argentina não é bem-vindo em nosso país”, afirmou o governo no posicionamento divulgado nas redes sociais.
PUBLICIDADE
Decreto ainda será analisado pelo Congresso
O texto foi publicado no Diário Oficial da Argentina como Decreto nº 681/2026.
Conforme a legislação argentina, o decreto será encaminhado à Comissão Bicameral Permanente do Congresso Nacional, que terá até 10 dias úteis para analisar a medida e emitir parecer sobre sua validade.
Medida ocorre durante crise entre Milei e Lula
A assinatura do decreto acontece em meio ao agravamento das relações diplomáticas entre Argentina e Brasil.
Nos últimos dias, Javier Milei fez duras críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), chamando-o de “presidiário” e atribuindo a ele responsabilidade por uma “tragédia econômica”. O presidente argentino também direcionou ofensas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
As declarações provocaram reações do governo brasileiro. O Ministério das Relações Exteriores convocou representantes diplomáticos dos dois países para prestar esclarecimentos, enquanto Lula classificou a postura de Milei como uma “patacoada” durante um evento político.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos





