Mundo

Mundo


A notícia que atravessa o Brasil!

Pesquisar por em AM POST

Reino Unido anuncia proibição de redes sociais para menores de 16 anos e estuda limitar acesso à inteligência artificial

Medidas incluem restrições ao acesso de menores às principais plataformas digitais, transmissões ao vivo e contato com desconhecidos.

Por Jonas Souza

15/06/2026 às 15:15 - Atualizado em 16/06/2026 às 07:15

Resumo

O governo do Reino Unido anunciou que menores de 16 anos serão proibidos de utilizar redes sociais como TikTok, Instagram, Facebook, Snapchat e X. A iniciativa, prevista para entrar em vigor em 2027, também prevê restrições em jogos online, transmissões ao vivo e pode alcançar ferramentas de inteligência artificial voltadas ao público jovem.

A nova regulamentação deverá atingir plataformas como TikTok, Instagram, Facebook, Snapchat e X, antigo Twitter. A expectativa do governo é implementar as mudanças até o final de 2026, com aplicação efetiva a partir do início de 2027.

Leia mais: Perseguição religiosa? Regime chinês detém líderes cristãos durante culto em igreja protestante

PUBLICIDADE

Governo amplia combate aos riscos da internet

Além das redes sociais, as novas regras também deverão restringir transmissões ao vivo realizadas por menores e limitar o contato entre adolescentes e desconhecidos em aplicativos de jogos online.

O governo britânico avalia ainda a adoção de medidas adicionais para reduzir o tempo de exposição à internet, incluindo a possibilidade de criar restrições de uso durante o período noturno.

Outra proposta em estudo envolve o acesso de crianças e adolescentes a plataformas de inteligência artificial conversacional, tema que deverá receber regulamentação específica nos próximos meses.

Pesquisa aponta apoio dos pais

Segundo o governo, a decisão foi baseada em consultas públicas e pesquisas que indicaram amplo apoio popular às medidas.

PUBLICIDADE

Dados apresentados pelas autoridades mostram que a maioria dos pais considera que os riscos associados ao uso das redes sociais superam os benefícios para crianças e adolescentes.

Para Starmer, o objetivo é reduzir impactos negativos relacionados à saúde mental, ao desempenho escolar, à qualidade do sono e à convivência social dos jovens.

Reino Unido segue caminho adotado pela Austrália

A proposta britânica tem inspiração em medidas já implementadas na Austrália, que se tornou o primeiro país a proibir integralmente o acesso de menores de 16 anos às redes sociais.

No modelo australiano, a responsabilidade pelo cumprimento da lei recai sobre as plataformas digitais, que podem sofrer multas milionárias caso não adotem mecanismos eficazes de verificação de idade.

Entre as tecnologias utilizadas estão validação por documentos oficiais, reconhecimento biométrico e sistemas de estimativa etária baseados em inteligência artificial.

Empresas de tecnologia contestam proposta

A iniciativa gerou reação de empresas do setor tecnológico. O YouTube afirmou que restrições amplas podem acabar direcionando crianças e adolescentes para ambientes menos seguros e com menor supervisão.

A plataforma defende que já oferece ferramentas específicas para o público jovem e argumenta que conteúdos educacionais e supervisionados podem ser prejudicados pelas novas regras.

PUBLICIDADE

Especialistas também apontam desafios relacionados ao uso de VPNs, ferramentas que permitem ocultar a localização do usuário e podem dificultar a fiscalização das restrições.

Brasil acompanha debate internacional

O debate sobre a limitação do acesso de menores às redes sociais também ganhou força no Brasil. Nos últimos meses, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que acompanha experiências internacionais e não descartou a adoção de medidas semelhantes no futuro.

Atualmente, a legislação brasileira exige consentimento dos responsáveis para determinados serviços digitais voltados a menores de 16 anos e determina que plataformas ofereçam mecanismos de proteção compatíveis com a faixa etária dos usuários.

O país também possui normas que buscam reduzir práticas consideradas nocivas ao público infantil, incluindo sistemas de recompensas aleatórias e mecanismos criados para aumentar excessivamente o engajamento dos usuários.

Com o avanço das discussões no Reino Unido e em outros países, a regulação da presença de crianças e adolescentes no ambiente digital tende a se tornar um dos principais temas globais relacionados à tecnologia nos próximos anos.

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

O AM POST está em todo lugar

Baixe agora mesmo o nosso app

Faça parte da comunidade

  • Praticidade na informação

  • Notícias todos os dias

  • Compartilhe com facilidade

WhatsApp Telegram
Sobre o TEA

O autismo não limita as pessoas. Mas o preconceito sim, ele limita a forma com que as vemos e o que achamos que elas são capazes.

Letícia Butterfield

Últimas notícias

Polícia

Polícia Federal apreende 88 quilos de drogas escondidos em tambores durante fiscalização em Tabatinga

Entorpecentes estavam ocultos em compartimentos adaptados de uma embarcação de cargas.

há 17 minutos

Manaus

Jovem morre afogado no Rio Negro após desaparecer durante banho na zona Leste de Manaus

Corpo foi localizado pelo Corpo de Bombeiros na manhã desta segunda-feira (3).

há 43 minutos

Política

Saiba quem é Alessandro Bronze, o lobista que tenta entrar na política há mais de uma década e é cotado para ser suplente de Alberto Neto

Nome ligado à concessão do principal terminal hidroviário do Amazonas, Alessandro Bronze pode integrar a chapa de Alberto Neto (PL) ao Senado.

há 43 minutos

Brasil

Câmeras registram suspeito transportando sacos com corpo da esposa após feminicídio em São Paulo

Segundo a Polícia Civil, ele esquartejou o corpo da vítima e descartou os restos mortais em diferentes pontos da cidade.

há 1 hora

Eleições 2026

TSE muda regras para doações eleitorais em 2026; veja o que passa a valer nas campanhas

Novas normas simplificam doações via Pix, ampliam a transparência das contas e reforçam regras de fiscalização para candidatos.

há 2 horas