“Relógio do Juízo Final” marca 90 segundos para o apocalipse; saiba mais
O Conselho de Ciência e Segurança do Boletim avalia diversas ameaças globais para determinar a proximidade do possível apocalipse.

Foto: Anna Moneymaker/Getty Images
Nesta terça-feira (24/1), o Relógio do Juízo Final foi atualizado, marcando 90 segundos para a meia-noite, mantendo-se na pior posição da história. Desenvolvido pelo Boletim dos Cientistas Atômicos após a Segunda Guerra Mundial, o relógio serve como uma metáfora para alertar sobre o risco de autodestruição da humanidade.
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Durante os três anos da pandemia de Covid-19, o relógio permaneceu estável em 100 segundos para a meia-noite. Principais riscos destacados incluem a continuidade da guerra na Ucrânia, o conflito entre Hamas e Israel, modernização de arsenais nucleares, aquecimento global sem ações efetivas, e perigos relacionados à inteligência artificial.
O Relógio do Juízo Final teve início há quase 80 anos, originalmente fixado em sete minutos para a meia-noite. O ponto mais distante foi a 17 minutos após o fim da Guerra Fria em 1991. O Conselho de Ciência e Segurança do Boletim avalia diversas ameaças globais para determinar a proximidade do possível apocalipse.
Apesar da gravidade indicada, os cientistas enfatizam que o objetivo não é assustar, mas manter as pessoas conscientes. Instam a população a se informar sobre tecnologias destrutivas, compartilhar conhecimento e condenar gastos públicos em tecnologias prejudiciais. Ainda que as ações individuais possam parecer limitadas, o conselho encoraja esforços coletivos para retardar as ameaças identificadas.
Redação AM POST
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