Terremotos na Venezuela deixam 1.719 mortos e mais de 5 mil feridos
Novo balanço divulgado pelo governo venezuelano aponta aumento no número de vítimas. Equipes de resgate seguem atuando nas áreas mais afetadas.

Pessoas trabalham no resgate de vítimas dos escombros de um prédio destruído no bairro de Tanaguarena
Imagem: Leonardo Fernandez Viloria/Reuters
Resumo
O que aconteceu? O governo da Venezuela atualizou para 1.719 o número de mortos após os terremotos registrados na última quarta-feira (24).
Quantas pessoas foram afetadas? O país contabiliza 5.034 feridos e 15.866 desabrigados, segundo o novo boletim oficial.
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Ainda há risco? Sim. Tremores secundários continuam sendo registrados, incluindo um novo sismo de magnitude 4,6 nesta segunda-feira (29).
Como estão os resgates? Equipes venezuelanas e internacionais seguem as buscas por desaparecidos, enquanto a ONU estima que cerca de 50 mil pessoas ainda não foram localizadas.
Notícias do Mundo – O número de mortos provocados pelos dois terremotos que atingiram a Venezuela na última quarta-feira (24) subiu para 1.719, conforme atualização divulgada nesta segunda-feira (29) pelo governo da presidente Delcy Rodríguez.
Número de vítimas continua aumentando
Segundo o novo balanço oficial, além das mortes, o desastre já deixou 5.034 pessoas feridas e 15.866 desabrigadas em diferentes regiões do país.
As áreas mais atingidas continuam sendo a capital Caracas e o estado de La Guaira, onde dezenas de edifícios desabaram e milhares de pessoas perderam suas casas.
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Tremores secundários ainda preocupam
Desde os fortes abalos registrados na última semana, a Venezuela continua registrando réplicas.
Nesta segunda-feira, um novo terremoto de magnitude 4,6 foi registrado na região de Caraballeda, no litoral norte do país, a cerca de 30 quilômetros de Caracas, mantendo o alerta das autoridades.
Buscas por desaparecidos continuam
Equipes de resgate da Venezuela e de diversos países continuam trabalhando na procura por sobreviventes entre os escombros.
Segundo estimativas da Organização das Nações Unidas (ONU), aproximadamente 50 mil pessoas seguem desaparecidas desde a tragédia.
O Brasil está entre os países que enviaram ajuda humanitária, com bombeiros, equipes especializadas e donativos para auxiliar nas operações de resgate.
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