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Trump ameaça Irã e diz que país pode “deixar de existir” após novos ataques dos EUA

Presidente norte-americano afirmou que poderá ampliar a ofensiva militar caso o Irã continue violando o acordo de cessar-fogo.

Por Jonas Souza

27/06/2026 às 22:02

Resumo

  • O que aconteceu: Os Estados Unidos realizaram novos ataques contra alvos militares do Irã neste sábado (27).
  • O que disse Trump: O presidente afirmou que o Irã poderá “deixar de existir” caso o conflito seja levado ao confronto militar total.
  • Motivo da ofensiva: Washington acusa Teerã de violar o acordo de cessar-fogo e atacar embarcações no Estreito de Ormuz.
  • Impacto: A escalada aumenta a tensão no Oriente Médio e preocupa o mercado internacional de petróleo.

Os Estados Unidos anunciaram uma nova ofensiva contra instalações militares iranianas após acusarem o Irã de descumprir o acordo de cessar-fogo firmado entre os dois países. Segundo o Comando Central dos EUA (Centcom), aeronaves norte-americanas atingiram depósitos de mísseis, drones e estações de radar localizadas nas proximidades do Estreito de Ormuz.

De acordo com os militares, a ação foi uma resposta aos recentes ataques atribuídos ao Irã contra embarcações comerciais que transitavam pela região.

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Leia mais: Mortos em terremotos na Venezuela chegam a 1.430; ONU estima mais de 50 mil desaparecidos

O que Donald Trump declarou

Em publicação na rede Truth Social, o presidente Donald Trump elevou o tom contra Teerã e afirmou que os Estados Unidos poderão ampliar a ofensiva caso o Irã continue desrespeitando os termos do cessar-fogo.

“Pode chegar um momento em que não seremos mais capazes de ser razoáveis e seremos forçados a concluir militarmente o trabalho que começamos com tanto sucesso. Se isso acontecer, a República Islâmica do Irã deixará de existir”, escreveu.

A declaração ocorreu poucas horas após o anúncio da nova operação militar norte-americana.

O que motivou a retomada dos ataques

Segundo o governo dos EUA, o Irã realizou ataques com drones contra embarcações que navegavam pelo Estreito de Ormuz, considerado um dos corredores marítimos mais estratégicos do mundo.

Washington afirma que:

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  • um navio comercial foi atacado na quinta-feira (25);
  • um navio-tanque com bandeira do Panamá também teria sido alvo neste sábado (27);
  • as ações representariam uma violação direta do acordo firmado entre os dois países.

O governo iraniano ainda não apresentou sua versão oficial sobre os episódios citados pelos Estados Unidos.

O que prevê o acordo de cessar-fogo

O memorando firmado entre EUA e Irã estabeleceu 14 compromissos para reduzir as hostilidades.

Entre os principais pontos estão:

  • encerramento das operações militares;
  • reabertura do Estreito de Ormuz;
  • retomada da navegação comercial;
  • negociações para um acordo definitivo;
  • redução gradual das sanções econômicas.

A nova escalada militar coloca em risco a continuidade desse entendimento.

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante

O Estreito de Ormuz é uma das principais rotas marítimas do planeta para o transporte de petróleo. Estima-se que entre 20% e 25% da produção mundial passe diariamente pela região.

Qualquer interrupção no fluxo de navios pode afetar diretamente:

  • o preço internacional do petróleo;
  • o custo dos combustíveis;
  • o comércio global;
  • os mercados financeiros.

A retomada dos confrontos entre Estados Unidos e Irã aumenta a instabilidade no Oriente Médio e reacende preocupações sobre impactos na economia mundial, especialmente no setor de energia. Analistas acompanham a evolução do conflito devido ao potencial de afetar o abastecimento global de petróleo e pressionar os preços dos combustíveis.

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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