Trump ameaça romper acordo de paz se Hamas não libertar reféns rapidamente: “não tolerarei atrasos”
Presidente dos EUA disse que Hamas deve se mover rápido ou acordo será anulado.
- Reprodução / Youtube
Notícias do Mundo – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a fazer declarações contundentes sobre o conflito no Oriente Médio. Neste sábado (4), o republicano afirmou que o Hamas deve agir com urgência para libertar os reféns israelenses mantidos na Faixa de Gaza, sob pena de ver o acordo de paz mediado pelos EUA desmoronar.
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Em publicação na rede Truth Social, Trump advertiu que não aceitará atrasos nem manobras que possam colocar Gaza novamente como uma ameaça à segurança regional. “O Hamas deve se mover rapidamente, ou todas as apostas estarão canceladas. Não tolerarei atrasos, o que muitos acham que pode acontecer, ou qualquer saída que torne Gaza uma ameaça novamente. Vamos terminar isso, RÁPIDO. Todos serão tratados justamente!”, escreveu.
Trump também elogiou a pausa temporária dos ataques de Israel, interpretando o gesto como um passo necessário para avançar nas negociações de paz. “Aprecio a pausa temporária de Israel nos bombardeios para dar liberdade aos reféns e uma chance de completar o acordo de paz”, acrescentou.
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No entanto, informações da Associated Press (AP) indicam que os bombardeios israelenses na cidade de Gaza ainda não cessaram totalmente. Apesar da redução na intensidade, hospitais da região relataram que os ataques continuam em menor escala, mantendo a população sob tensão e dificultando operações humanitárias.
A posição de Trump reacende o debate sobre o papel dos Estados Unidos na mediação de conflitos no Oriente Médio. O republicano tem buscado mostrar influência sobre temas internacionais sensíveis, especialmente envolvendo Israel, um de seus principais aliados durante seu mandato.
Analistas políticos avaliam que as declarações de Trump têm duplo efeito: pressionar o Hamas a liberar os reféns e sinalizar firmeza ao eleitorado americano mais conservador, que valoriza políticas externas duras contra grupos considerados terroristas.

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