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Trump tira EUA da Unesco e volta a confrontar agenda global

Governo americano alega que agência da ONU promove ideologia contrária à política externa de “América em Primeiro Lugar”.

Por Hugo Guimarães

22/07/2025 às 09:25 - Atualizado em 05/08/2025 às 01:35

Donald Trump comenta ataque do Irã à base dos EUA no Catar durante discurso, com expressão confiante e fundo azul com estrelas ao fundo

Foto: wikemedia

Notícias do Mundo – O governo dos Estados Unidos, liderado por Donald Trump, anunciou nesta terça-feira (22) a segunda saída do país da Unesco — a agência cultural das Nações Unidas — reforçando o distanciamento americano de instituições multilaterais.

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A decisão foi oficializada por meio de um comunicado da porta-voz do Departamento de Estado, Tammy Bruce, que acusou a Unesco de adotar uma postura “ideológica” e de sustentar uma “agenda globalista”, considerada incompatível com os princípios da atual política externa americana.

Criada em 1945, a Unesco é responsável por promover a cooperação internacional nas áreas de educação, ciência e cultura. Um de seus trabalhos mais conhecidos é a designação de patrimônios mundiais, como o Grand Canyon, nos Estados Unidos, e as ruínas da cidade de Palmira, na Síria.

Leia mais: Tarifa de Trump pode cortar até R$ 175 bilhões do PIB brasileiro, alerta estudo

Desde que voltou à Casa Branca, Trump tem retomado ações de sua primeira gestão, como o afastamento de órgãos internacionais. Além da Unesco, já suspendeu o financiamento da agência da ONU para refugiados palestinos (UNRWA) e retirou novamente os EUA da Organização Mundial da Saúde (OMS), decisão que está em fase de revisão junto a outras participações americanas em instituições da ONU.

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O histórico americano com a Unesco é conturbado. Em 1984, durante a Guerra Fria, os EUA se retiraram da agência pela primeira vez, sob alegações de má gestão e viés antiamericano. Voltaram apenas em 2003, com o presidente George W. Bush, após reformas internas na instituição.

Agora, com Trump novamente no poder, os EUA deixam a Unesco mais uma vez — apesar de atualmente contribuírem com cerca de 8% do orçamento total da organização, proporção significativamente menor que os 20% de anos anteriores.

A nova saída representa mais uma ruptura com o modelo multilateral adotado na gestão de Joe Biden, que havia reintegrado os Estados Unidos a várias agências da ONU, inclusive a própria Unesco, em 2021.

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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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