Zelensky diz em entrevista que presidente da Rússia “vai morrer em breve”
A declaração do líder ucraniano surge em meio a rumores recorrentes sobre a saúde de Putin.
- Foto: Tom Nicholson/Getty Images
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou nesta quinta-feira (27) que o líder russo, Vladimir Putin, “morrerá em breve”. A fala ocorreu durante uma entrevista à emissora francesa Eurovision na noite de quarta-feira (26/3).
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“O que ele teme é perder seu poder. É uma questão de estabilidade da sociedade, mas também depende de sua idade. Ele (Putin) morrerá em breve, e isso é um fato, e tudo chegará ao fim”, disse Zelensky, referindo-se ao futuro da guerra entre Rússia e Ucrânia.
A declaração do líder ucraniano surge em meio a rumores recorrentes sobre a saúde de Putin. Há especulações sobre possíveis problemas graves, incluindo câncer, parkinson e até derrames. No entanto, o Kremlin nunca confirmou tais informações, e o presidente russo continua a aparecer em compromissos públicos, reforçando sua imagem de força e controle.
Antes da entrevista, Zelensky se reuniu com o presidente da França, Emmanuel Macron, no Palácio do Eliseu, em Paris. O encontro teve como objetivo preparar uma reunião estratégica para discutir os próximos passos da guerra. O líder ucraniano utilizou suas redes sociais na manhã de quinta-feira (27/3) para reforçar a necessidade de união da Europa diante do conflito.
“A Europa sabe como se defender. Temos que provar isso”, escreveu Zelensky, destacando a importância do apoio militar e diplomático do Ocidente.
O governo francês tem sido um dos principais aliados da Ucrânia na guerra, fornecendo suporte financeiro, militar e político desde o início do conflito em fevereiro de 2022. Macron, por sua vez, vem adotando uma postura mais firme contra Putin, ao mesmo tempo em que busca evitar uma escalada ainda maior das tensões entre Rússia e OTAN.
A guerra na Ucrânia se aproxima do terceiro ano sem sinais claros de resolução. Enquanto isso, as declarações de Zelensky reforçam o tom desafiador de Kiev e a busca por mais apoio da comunidade internacional contra a ofensiva russa.
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