Empresário é preso por suspeita de mandar matar radialista executado ao vivo no Pará
Crime pode ter sido motivado por disputa no mercado de eventos.

Foto: Reprodução
Notícias do Pará – A Polícia Civil do Pará prendeu, nesta terça-feira (22), um empresário do ramo de eventos acusado de ser o mandante do assassinato do radialista Luiz Augusto Carneiro Costa, conhecido como Luizinho Costa, morto a tiros enquanto se preparava para entrar no ar, ao vivo, em um estúdio de rádio no município de Abaetetuba. O crime ocorreu no dia 27 de maio e chocou a população local.
Segundo a investigação, a motivação do crime pode estar relacionada a uma disputa comercial. Luizinho, além de radialista, também atuava como produtor de eventos e vinha ganhando destaque no setor, o que teria despertado a insatisfação de concorrentes. A polícia acredita que a execução foi planejada por causa dessa rivalidade.
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Durante o cumprimento do mandado de prisão temporária em Belém, os agentes encontraram na residência do empresário cerca de R$ 34 mil em espécie, além de celulares e dispositivos eletrônicos que agora passarão por perícia. A identidade do suspeito ainda não foi revelada oficialmente.
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Outros dois envolvidos no assassinato já haviam sido presos anteriormente. Um deles, conhecido como “Cabeção”, é apontado como o autor dos disparos. O outro seria o proprietário da arma usada no crime. A polícia também apreendeu a motocicleta utilizada na fuga, as roupas do executor e a arma de fogo — provas consideradas essenciais para a elucidação do caso.
O assassinato ocorreu dentro do estúdio da Rádio Guarany FM, instantes antes de Luizinho iniciar a transmissão do programa que apresentava. Um homem encapuzado invadiu o local e atirou pelo menos três vezes contra o radialista, que morreu na hora. Ele tinha 46 anos e era uma figura conhecida em Abaetetuba, tanto pelas transmissões radiofônicas quanto pela atuação em eventos locais.
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As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos no crime e esclarecer todas as circunstâncias da execução. A Polícia Civil não descarta novos desdobramentos nas próximas semanas.
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