Policial civil acusado de matar advogado começa a ser julgado em Belém
Audiência analisa provas, ouve testemunhas e define próximos passos do processo.
- Foto: reprodução
Resumo
Teve início em Belém o julgamento de um investigador da Polícia Civil acusado de matar um advogado em frente a um bar. A audiência analisa provas e depoimentos e pode resultar em condenação, absolvição ou envio do caso ao júri popular.
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Notícias do Pará – O investigador da Polícia Civil José Thiago Faro Barros da Costa começou a ser julgado nesta sexta-feira (24) no Fórum Criminal de Belém, acusado de matar o advogado Carlos Alberto Júnior. O crime ocorreu em dezembro de 2025 e teve grande repercussão no estado.
A audiência marca a etapa em que são analisadas as provas reunidas durante a investigação. Nesse momento, são ouvidas testemunhas de acusação e defesa, além de peritos e do próprio réu.
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Também participam o Ministério Público e a defesa, que apresentam suas teses ao juiz responsável pelo caso. Ao final dessa fase, o magistrado pode decidir pela condenação, absolvição ou encaminhamento do processo para júri popular.
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Crime registrado por câmeras
O homicídio aconteceu em frente a um bar na avenida Rodolfo Chermont, no bairro da Marambaia, em Belém. Imagens de segurança registraram o momento da ação, que teria ocorrido após uma discussão.
A vítima, de 35 anos, foi atingida por disparos de arma de fogo, o que gerou forte repercussão, principalmente pelo envolvimento de um agente de segurança pública.
Investigação e medidas adotadas
Após o crime, o investigador se apresentou à polícia acompanhado de advogado, e sua arma funcional foi apreendida. O caso passou a ser conduzido pela Delegacia de Crimes Funcionais.
A Ordem dos Advogados do Brasil acompanha o processo e cobra esclarecimentos sobre o episódio. O policial foi afastado das funções operacionais e passou a desempenhar atividades administrativas enquanto o caso segue na Justiça.
A depender da análise do juiz, o caso pode ser levado a julgamento pelo Tribunal do Júri, responsável por crimes dolosos contra a vida. A decisão dependerá da avaliação das provas e dos depoimentos apresentados durante a audiência.
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Declaração de Transparência
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