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Assista: Suspeito de mandar matar professor de jiu-jitsu é hostilizado ao sair de delegacia em Manaus: ‘assassino’

Segundo a polícia, sócio mandou matar o professor porque tinha dívida de R$ 300 mil com ele.

  • Por AM POST

  • 19/06/2024 às 13:38

  • Atualizado em 19/06/2024 às 13:57

  • Leitura em dois minutos

Antônio Ricardo Gomes de Sá, de 36 anos, Carlos Inácio Ferreira de Souza, de 35, Fabrício dos Santos Gonçalves, de 42, e Kauã Iago Santos das Neves, foram presos na Operação Iscariotes, da Polícia Civil do Amazonas, suspeitos da morte do professor de professor de jiu-jitsu James Nascimento Mota, de 49 anos. Crime ocorreu no dia 8 de março de 2024, enquanto a vítima chegava em uma academia onde dava aula.

Nesta quarta-feira (19/6), durante a saída da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), para ir a audiência de custódia, Fabrício que era sócio da vítima e apontado como mandante do crime foi hostilizado por familiares do professor que gritavam ‘assassino’.

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Ao ser questionado pela imprensa o suspeito afirmou: “Eu não mandei matar. Foi por ouro, ouro [a motivação]”.

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De acordo com a delegada Marília Campelo, da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), o crime foi motivado por ganância, já que James teria emprestado uma quantia de R$300 mil para Fabrício, que tinha lojas de venda de ouro em Manaus, mas não tinha como pagar.

“O James tinha nas mãos do Fabrício R$ 300 mil. Fabrício mexia com ouro e se comprometeu a pagar um valor diário exorbitante, a título de lucro para o James. É coisa que não tinha como ele manter cerca de R$ 5 mil. Claramente ali havia algumas fraudes nessas informações aí de lucros porque não existe nada que dê um lucro desse diário”, disse a delegada.

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Como não conseguia pagar, Fabrício teria decidido tirar a vida o “amigo e sócio”.

Segundo a delegada, Carlos Inácio era aluno de James, e foi intermediador entre Fabrício (mandante), e Kauã (pistoleiro). A participação de Antônio Ricardo, foi pegar a moto utilizada no crime, e entregar para um pessoa, que entregaria o veículo para Kauã.

O AM Post apoia a causa autista
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O autismo não limita as pessoas. Mas o preconceito sim, ele limita a forma com que as vemos e o que achamos que elas são capazes.

- Letícia Butterfield

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