Cabo da PM é preso por suposto envolvimento em sequestro de empresário e envolvimento com facção em Manaus
Operação Prova Viva cumpriu mandado de prisão preventiva e realizou buscas em endereços ligados ao policial militar.
- O MPAM deflagrou a Operação Prova Viva para investigar o sequestro de um empresário ocorrido em 14 de julho na zona norte de Manaus.
- Durante a ação, um cabo da Polícia Militar do Amazonas foi preso preventivamente por suposto envolvimento no sequestro, e foram cumpridos três mandados de busca e apreensão.
- As investigações indicam que o empresário teria sido entregue a uma organização criminosa para o “tribunal do crime”, com decisão posterior de libertá-lo após a avaliação das acusações.
- Foram apreendidos armamentos (com checagem de regularidade) e valores em dinheiro, que passarão por perícia e análise, enquanto o caso segue sob sigilo.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
Notícias policiais- O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM) deflagrou, na noite desta sexta-feira (17), a Operação Prova Viva para investigar o sequestro de um empresário ocorrido no último dia 14 de julho, na zona norte de Manaus.
A ação foi realizada pelas 60ª e 61ª Promotorias de Justiça Especializadas no Controle Externo da Atividade Policial e Segurança Pública (Proceapsp), com apoio do Departamento de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), da Polícia Civil, e do Departamento de Justiça e Disciplina da Polícia Militar (DJD/PMAM).
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Quem foi preso durante a operação?
Durante o cumprimento dos mandados judiciais, um cabo da Polícia Militar do Amazonas foi preso preventivamente. Segundo o MPAM, o policial é investigado por suposto envolvimento no sequestro do empresário.
A prisão foi realizada quando o militar chegava para iniciar o serviço na sede da 12ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), em Manaus.
Além da prisão, as equipes cumpriram três mandados de busca e apreensão autorizados pela 3ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Manaus.
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O que dizem as investigações?
De acordo com o Ministério Público, a investigação aponta que o empresário teria sido entregue a integrantes de uma organização criminosa para ser submetido ao chamado “tribunal do crime”.
Ainda conforme a apuração, o grupo criminoso concluiu que as acusações atribuídas à vítima não procediam e decidiu libertá-la.
Os investigadores também buscam esclarecer a motivação do sequestro e apuram a possível intenção de homicídio atribuída a um dos envolvidos.
O que foi apreendido?
Durante o cumprimento dos mandados de busca, foram apreendidos armamentos cuja regularidade documental será verificada, além de valores em dinheiro que poderão ser analisados no decorrer das investigações.
Segundo o promotor de Justiça Amando Gurgel Maia, o material recolhido passará por perícia técnica e as investigações continuam para identificar possíveis outros participantes no crime.
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