‘Cavalona do Pó’: Influenciadora de Manaus é presa por suspeita de tráfico e lavagem de dinheiro em bets
Investigação aponta uso de empresas de fachada e movimentação milionária em esquema criminoso.

Foto: Reprodução
Resumo
Uma influenciadora conhecida nas redes sociais foi presa durante uma operação policial que investiga um esquema interestadual de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. As investigações apontam uso de empresas de fachada e movimentações financeiras incompatíveis com a renda declarada. A ação cumpriu dezenas de mandados e bloqueou milhões em contas ligadas aos suspeitos.
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Notícias Policiais – A empresária e influenciadora Mirian Viana, conhecida como “Cavalona do Pó”, foi presa nesta quinta-feira (19) durante a Operação Resina Oculta, realizada pela Polícia Civil do Distrito Federal. Ela é apontada como uma das principais investigadas em um esquema que envolve tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em diferentes estados do país.
A prisão faz parte de uma série de ações coordenadas para desarticular a organização criminosa.
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Investigação aponta uso de empresas de fachada
De acordo com as autoridades, Mirian Viana utilizava empresas de fachada e plataformas clandestinas de apostas para movimentar valores de origem ilícita. O esquema, segundo a polícia, permitia ocultar e disfarçar recursos provenientes do tráfico de drogas.
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Nas redes sociais, onde reunia cerca de 50 mil seguidores, a influenciadora exibia uma rotina de luxo, com viagens frequentes e estadias em resorts. Ainda conforme a investigação, o padrão de vida apresentado não correspondia à renda oficialmente declarada.
Suspeita já havia sido presa anteriormente
A investigada já tinha sido detida em dezembro de 2025, no estado de Goiás, durante uma ação da Polícia Rodoviária Federal. Na ocasião, um veículo transportava aproximadamente 30 quilos de maconha do tipo skunk, enquanto o carro em que ela estava atuava como escolta.
Desde março de 2026, Mirian cumpria prisão domiciliar, conforme informado pelas autoridades.
Operação atinge vários estados
A Operação Resina Oculta teve início após a apreensão de drogas realizada em outubro de 2025. A partir disso, foi identificada a atuação de uma organização criminosa com ramificações no Distrito Federal, Goiás, Maranhão e Amazonas.
Ao todo, foram cumpridos 41 mandados de busca e apreensão e nove mandados de prisão. Além disso, houve o bloqueio de contas bancárias de pessoas e empresas investigadas, com valores que podem chegar a R$ 15 milhões.
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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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