Comerciante deu R$ 50 e ameaçou menina autista de 14 anos após estuprá-la no Amazonas
O caso ocorreu em Manacapuru, próximo à escola da vítima, onde o suspeito atraiu a adolescente até os fundos de um estabelecimento.

Foto: Divulgação
Resumo
Um homem de 53 anos, dono de comércio, foi preso por estupro de vulnerável, ameaça e exploração sexual contra uma adolescente de 14 anos com TEA. A prisão foi apresentada em coletiva de imprensa após as investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Manacapuru.
Notícias policiais – A Polícia Civil apresentou em coletiva de imprensa nesta sexta-feira (24), a prisão de um homem de 53 anos investigado por estupro de vulnerável, ameaça e exploração sexual contra uma adolescente de 14 anos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no município de Manacapuru (distante 97 quilômetros de Manaus)
Segundo as apurações, a vítima era abordada pelo autor com frequência, com propostas de cunho sexual e oferta de dinheiro. O suspeito é proprietário de um estabelecimento comercial próximo à escola onde a adolescente estuda. No dia do crime, ele teria atraído a adolescente até os fundos do local, onde a ameaçou e praticou os atos.
Como a adolescente contou o abuso
De acordo com a delegada Joyce Coelho, titular da DEP de Manacapuru, a adolescente começou a apresentar sinais de sofrimento na escola. Após o acompanhamento e conversas, ela teria relatado o que ocorreu.
“Essa menina, que é autista, foi abusada por um comerciante. Ele deu R$ 50 pra ela, e a vítima passou a chorar na escola, conversou com os coleguinhas e falou que ela tinha sido abusada. Ela sentia muito medo que a família a culpasse, até porque ela não teve reação no dia do estupro. A adolescente contou para a mãe sobre o que tinha acontecido e a origem verdadeira daquele dinheiro”, disse a delegada.
Investigação e prisão
A partir do relato da família e dos elementos reunidos pela DEP, as investigações avançaram até a prisão do comerciante. Na coletiva, a Polícia Civil detalhou o caso e reforçou as apurações relacionadas às denúncias de abordagens recorrentes, ameaças e exploração sexual.
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