Delegado diz que vigilante que matou a vizinha era ameaçado de morte por ela em Manaus
Homem se entregou e confessou o crime; polícia aponta histórico de conflitos e atritos entre vítima e suspeito.
- Foto: Reprodução
Resumo
Jovem de 25 anos é morta a tiros no bairro Betânia, em Manaus; delegado afirma que vítima teria feito ameaças de morte ao suspeito, segundo testemunhas e áudios anexados à investigação.
Notícias policiais – A jovem Alana Arruda Pereira, de 25 anos, foi assassinada com um disparo de arma de fogo na tarde desta quarta-feira (28), na Rua da Paz, no bairro Betânia, Zona Sul de Manaus. O autor do crime, um vigilante vizinho da vítima, se apresentou espontaneamente à polícia e confessou o homicídio. Segundo a Polícia Civil, o caso estaria relacionado a uma desavença antiga entre os dois, marcada por conflitos recorrentes e ameaças, agora formalmente analisadas na investigação.
PUBLICIDADE
Histórico de atritos entre vizinhos
De acordo com informações preliminares, Alana havia se mudado recentemente para a localidade onde o suspeito já residia há mais tempo. A partir dessa convivência, começaram a surgir conflitos frequentes entre os dois, que teriam evoluído ao longo dos últimos meses.
A polícia apura uma sequência de episódios de desentendimento, incluindo discussões, confrontos e registros audiovisuais que devem ser anexados ao inquérito policial.
Delegado destaca ameaças e registros em áudio e vídeo
O delegado George Gomes afirmou que há indícios de ameaças feitas pela vítima ao suspeito, incluindo vídeos e áudios que teriam sido reunidos durante a investigação.
“Ao que se consta até o momento das testemunhas, ele já mora naquela localizada há muito tempo, ela chegou recentemente e a partir disso começou a surgir uma série de atritos entre eles. Entre esses atritos temos vídeos que mostram ela tentando invadir a casa dele, temos áudio dela ameaçando ele de morte. Tudo isso vai constar nos autos. Com certeza o que motivou essa morte foi essa série de desavenças, ameaças de morte e etc”, disse o delegado em entrevista a um portal local.
As declarações devem integrar o conjunto de provas analisadas pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).
PUBLICIDADE
Outras hipóteses seguem sob apuração
O delegado também afirmou que ainda serão analisadas possíveis conexões externas envolvendo a vítima, embora nenhuma linha de investigação tenha sido confirmada até o momento.
“Se ela tinha envolvimento ou não com facções criminosas isso ainda vai ser levantado, apurado”, completou George Gomes.
A polícia reforça que todas as informações ainda passam por checagem técnica, depoimentos formais e perícia.
Suspeito confessou o homicídio
Após o crime, o vigilante se apresentou às autoridades e assumiu a autoria do disparo. Ele permanece à disposição da Justiça, enquanto a polícia aprofunda as apurações sobre a motivação, o histórico dos conflitos e a dinâmica exata do ocorrido.
A arma utilizada no crime deve passar por perícia, assim como os registros de áudio e vídeo mencionados pela investigação.
Caso segue sob investigação da DEHS
O homicídio segue sob responsabilidade da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), que deve ouvir testemunhas, analisar provas digitais e esclarecer os fatos que antecederam o assassinato.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos






