Delegado é preso pela Rocam suspeito de roubo de carga e extorsão em Manaus
Fabiano Rosas, do 9º DIP, foi detido após denúncias envolvendo dinheiro, ouro e drogas no Porto de Manaus

FOTO: Reprodução
Resumo:
Delegado da Polícia Civil é preso pela Rocam em Manaus suspeito de envolvimento em roubo de carga, extorsão e sequestro; caso é investigado.
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Notícias de Polícia – O delegado Fabiano Rosas, titular do 9º Distrito Integrado de Polícia (DIP), foi preso na tarde desta quinta-feira (16), durante uma ação da Ronda Ostensiva Cândido Mariano, em Manaus.
A prisão ocorreu após denúncias que apontam o envolvimento do delegado e de outros agentes em um suposto esquema de extorsão, sequestro e roubo de carga no Porto da capital.
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Denúncia de vítimas
Segundo informações preliminares, vítimas relataram que foram abordadas por homens que se identificaram como policiais civis logo após desembarcarem em uma embarcação.
Sob ameaça, elas teriam sido obrigadas a entregar cerca de R$ 30 mil em dinheiro.
Após a ação, as vítimas afirmam que foram colocadas em um veículo e levadas até outra área da cidade, onde foram abandonadas. Os celulares também teriam sido jogados na via para dificultar o contato com a polícia.
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Ação da Rocam
Mesmo assim, as vítimas conseguiram acionar a polícia, o que levou equipes da Rocam a iniciarem buscas pela cidade.
Os suspeitos foram localizados na região central de Manaus. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que o delegado é abordado, rendido e colocado no chão durante a prisão.
Outros envolvidos, que também seriam policiais civis, foram detidos na operação.
Suspeita de crime maior
As investigações indicam que o caso pode estar ligado a um esquema mais amplo envolvendo roubo de carga em embarcação, conhecida como “balsa amarela”.
Há indícios de que a carga poderia incluir ouro e entorpecentes, o que aumenta a gravidade das suspeitas.
Investigação e silêncio oficial
Até o momento, a Polícia Civil do Amazonas não se manifestou oficialmente sobre o caso.
A apuração deve ser conduzida por órgãos competentes, incluindo a Corregedoria-Geral do sistema de segurança pública, que é responsável por investigar a conduta de agentes.
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