Homem agredido com pedradas na cabeça morre em hospital de Manaus
Daniel Lopes Porto, de 25 anos, não resistiu aos ferimentos após ser espancado e sofrer múltiplas fraturas no bairro Santo Agostinho.

(Foto: divulgação)
Resumo
Daniel Lopes Porto, de 25 anos, morreu no Hospital João Lúcio após ser brutalmente espancado e torturado no bairro Santo Agostinho, zona oeste de Manaus. O caso agora é investigado pela Delegacia de Homicídios.
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Notícias policiais – Morreu na madrugada desta sexta-feira (12), no Hospital e Pronto-Socorro João Lúcio, no bairro Coroado, zona leste de Manaus, Daniel Lopes Porto, de 25 anos. O jovem havia sido encontrado gravemente ferido após ser vítima de uma sessão de tortura e espancamento na noite anterior, no bairro Santo Agostinho, zona oeste da capital.
De acordo com o Boletim de Ocorrência (BO), Daniel deu entrada na unidade hospitalar apresentando múltiplas lesões provocadas pelas agressões. Apesar dos esforços da equipe médica, ele não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu poucas horas após ser socorrido.
A vítima foi encontrada por moradores na rua Projetada 2, caída e agonizando. Segundo as informações levantadas no local, Daniel apresentava sinais evidentes de tortura, com fraturas severas nos braços e nas pernas.
Pedra ensanguentada foi encontrada ao lado da vítima
Durante os trabalhos periciais, uma pedra de grande porte com marcas de sangue foi localizada próximo ao local onde o jovem estava caído. O objeto é apontado como possível instrumento utilizado nas agressões.
Além disso, Daniel foi encontrado com um fio amarrado ao pulso, detalhe que reforça a suspeita de que ele tenha sido mantido sob o domínio dos criminosos antes de ser abandonado na via pública.
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Caso passa a ser investigado como homicídio
Testemunhas relataram que o jovem permaneceu agonizando por cerca de 30 minutos até receber os primeiros socorros. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas e realizaram o encaminhamento ao Hospital João Lúcio.
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Com a confirmação da morte, o caso deixa de ser tratado como tentativa de homicídio e passa a ser investigado como homicídio pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), que busca identificar os autores e esclarecer a motivação do crime.
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