Homem diz que irmão agiu para não ser morto e que mulher fez “casinha” para o suspeito em Manaus
Diego Mendes falou com a imprensa em frente à Delegacia de Homicídios e Sequestros, na manhã desta quinta-feira (29), e apresentou a versão da família.

(Foto: Am Post)
Resumo
Irmão de Emerson Mendes, suspeito de matar Alana Arruda Pereira em Manaus, afirma que a vítima fazia ameaças frequentes e que o investigado vivia com medo. Família relata histórico de intimidação e diz que homens armados teriam procurado Emerson antes do crime.
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Notícias policiais – Diego Mendes, irmão de Emerson Mendes, suspeito de matar nessa quarta-feira (28), a vizinha Alana Arruda Pereira, de 25 anos, na rua Jorge Gomes, bairro Betânia, Zona Sul de Manaus, falou com a imprensa na manhã desta quinta-feira (29), em frente à Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS). Ele apresentou a versão da família e afirmou que o irmão vinha sendo ameaçado pela vítima, identificada como , .
Segundo Diego, as ameaças eram frequentes e se intensificavam quando Alana fazia uso de bebida alcoólica. Ele relatou que o comportamento dela se tornava agressivo e que Emerson vivia com medo de encontrá-la pelas ruas da capital. “Ela ameaçava meu irmão constantemente. Quando bebia, se transtornava e sempre dizia que ia matar ele”, afirmou.
Ameaças e medo constante
Durante a entrevista, Diego Mendes fez uma revelação mais grave ao afirmar que homens armados chegaram a ir até a residência onde Emerson morava. De acordo com ele, essas pessoas teriam sido enviadas por Alana como forma de intimidação.
“Homens armados chegaram a procurar o meu irmão, foram até a casa dele. A gente ficou com muito medo, porque isso não é uma ameaça qualquer. Era algo sério”, declarou Diego, reforçando que a família temia que algo pior pudesse acontecer.
Ainda segundo o irmão do suspeito, Emerson evitava circular por determinados locais justamente para não cruzar com Alana e acabar sendo alvo de novas ameaças ou agressões.
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Investigação segue em andamento
O depoimento informal dado por Diego Mendes à imprensa ocorre enquanto a Polícia Civil segue apurando o caso. A versão apresentada pela família do suspeito deve ser confrontada com outros elementos da investigação, como depoimentos, imagens e laudos periciais.
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A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros informou que o inquérito continua em andamento e que todas as versões serão analisadas para esclarecer as circunstâncias do crime.
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