Homem é preso suspeito de integrar quadrilha que planejava ataques a carro-forte
A primeira fase da operação “Senhor das Armas” ocorreu em 16 de janeiro de 2025.
- Foto: divulgação
Notícias de Polícia – Um homem foi preso na quinta-feira (27) sob suspeita de integrar uma associação criminosa especializada em ataques a carros-fortes no município de Tucuruí, sudeste do Pará. A prisão foi realizada por equipes da Delegacia de Repressão a Roubo a Bancos e Antissequestro (DRRBA), vinculada à Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), com apoio da Delegacia Municipal de Guarantã do Norte, no Mato Grosso, durante a operação “Senhor das Armas”.
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Segundo informações da Polícia Civil, o suspeito é filho de um criminoso de alta periculosidade, conhecido por liderar uma quadrilha especializada em roubos a bancos na modalidade “Novo Cangaço”. O detido responderá pelos crimes de associação criminosa armada, receptação e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito e de explosivos. Sua identidade não foi divulgada.
Investigação e capturas
A investigação teve início em 30 de março de 2023, quando uma guarnição da Polícia Militar foi acionada para verificar uma caminhonete com registro de roubo e furto escondida em uma residência no bairro Palmares II, em Tucuruí.
Ao chegarem ao local, os agentes avistaram o veículo, mas quatro suspeitos fugiram pelos fundos da casa ao perceberem a presença policial. Dentro do imóvel, foram encontrados armamentos de alto calibre, explosivos, munições, balaclavas, alimentos e documentos que ligavam outros envolvidos ao crime.
A primeira fase da operação “Senhor das Armas” ocorreu em 16 de janeiro de 2025, resultando na morte de um homem em confronto com policiais da unidade especializada.
De acordo com as investigações, o suspeito preso nesta fase da operação era considerado uma peça-chave dentro da quadrilha. Ele é apontado como especialista no planejamento e execução de crimes violentos contra o patrimônio, atuando na modalidade “Domínio de Cidades” e “Novo Cangaço”. Além disso, ele também seria responsável pela fabricação e comercialização de fuzis, que eram distribuídos a criminosos no Pará e em outros estados.
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