Investigador preso em operação no AM já havia sido detido por extorsão
Agente da Polícia Civil foi alvo da Operação Dupla Face e acumula histórico de prisão por crime semelhante

Foto: Reprodução
Resumo:
Investigador da Polícia Civil do Amazonas preso em operação já havia sido detido por extorsão em 2024. Caso envolve nova investigação por crimes cometidos por agentes públicos em Manaus.
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Notícias de Polícia – O investigador Alessandro Edwards da Cruz, da Polícia Civil do Estado do Amazonas, preso nesta quinta-feira (30) durante a Operação Dupla Face, já havia sido detido anteriormente por extorsão no estado.
Leia também: Operação Dupla Face prende investigador e cumpre mandados de busca contra policiais envolvidos em extorsão em Manaus
Prisão atual
A nova prisão ocorreu em Manaus, durante operação coordenada pelo Ministério Público do Estado do Amazonas, que investiga a atuação de agentes públicos em crimes registrados em abril de 2026.
O investigador é suspeito de envolvimento em um caso de extorsão contra um empresário, no qual o grupo teria exigido cerca de R$ 30 mil durante abordagem na zona sul da capital.
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Histórico de acusações
Em 2024, Alessandro Edwards já havia sido preso em flagrante por extorsão mediante sequestro no município de Manacapuru.
Na ocasião, ele foi detido junto a outros investigados, incluindo o delegado Ericson de Souza Tavares. Segundo as investigações, o grupo teria sequestrado três pessoas suspeitas de envolvimento com o crime organizado.
As autoridades apontaram que os envolvidos praticavam o chamado “arrocho”, com apreensão de drogas para posterior revenda a outros grupos criminosos.
Outros envolvidos
O caso atual também levou à prisão do delegado Fabiano Rosas e do investigador Charles Rufino.
Investigação em andamento
A Operação Dupla Face é conduzida pelas Promotorias de Controle Externo da Atividade Policial e busca reunir provas sobre a atuação dos agentes.
O MPAM informou que as investigações continuam e que os envolvidos deverão responder judicialmente, respeitando o devido processo legal e a presunção de inocência.
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