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Investigadora da PC-AM é afastada após caso envolvendo homofobia em shopping de Manaus; veja vídeo

A corporação afirmou ainda que a condição de saúde e a situação funcional da servidora estão sob avaliação da equipe médica.

Por Beatriz Silveira

02/01/2026 às 18:16

Foto: Reprodução

Notícias Policiais – A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) divulgou uma nota oficial nesta sexta-feira (02/01) para esclarecer a repercussão de vídeos que circulam nas redes sociais e mostram episódios de homofobia e de humilhação a uma funcionária, atribuídos a uma servidora da instituição. No comunicado, a PC-AM informou que a mulher é investigadora de polícia, já estava afastada das atividades operacionais e foi readaptada para funções administrativas, conforme previsto em legislação.

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A corporação afirmou ainda que a condição de saúde e a situação funcional da servidora estão sob avaliação da equipe médica da própria instituição e que ela recebe acompanhamento do serviço psicossocial desde a identificação do quadro clínico. Como parte dos protocolos internos e diante dos acontecimentos recentes, a PC-AM informou que o direito de portar armamento foi suspenso. A nota acrescenta que as providências relacionadas à condição funcional da investigadora estão sendo adotadas dentro dos trâmites administrativos e legais, e que a instituição mantém o compromisso com o cuidado de servidores e com o cumprimento dos procedimentos previstos.

Leia também: Filipe Martins deixa prisão domiciliar e vai para presídio por ordem de Moraes

A servidora foi identificada como Ana Paula Macedo e é acusada de homofobia após um episódio ocorrido em um shopping na zona leste de Manaus. Segundo o relato, a confusão envolveu um enfermeiro, Lucas Costa, que estava de mãos dadas com o namorado quando teria sido alvo de ataques verbais. O caso foi registrado em vídeo por uma pessoa que estava no local e passou a circular nas redes sociais, gerando repercussão.

Outro vídeo também atribuído à investigadora mostra uma discussão em um posto de combustíveis no bairro Ponta Negra, na zona oeste de Manaus. Nas imagens, ela aparece discutindo com uma funcionária e usando tom agressivo, enquanto reclama de suposta situação envolvendo fila e pede que chamem o gerente do estabelecimento.

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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