Investigadora da Polícia Civil do AM é condenada a mais de 23 anos por roubo e extorsão
Decisão da Justiça aponta que policial e outros três condenados fingiram cumprir operação oficial para invadir residência, extorquir vítima e levar dinheiro e objetos de valor.
- A Justiça do Amazonas condenou a investigadora Viviane Monteiro de Almeida por participar de um grupo que simulou operação policial para roubar e extorquir em Manaus.
- A sentença afirma que o grupo usou a aparência de ação oficial (coletes, distintivos e algemas) e um mandado falso para entrar na residência e coagir a vítima a pagar R$ 10 mil via Pix e R$ 5 mil em dinheiro, além de levar objetos.
- A decisão aponta planejamento prévio com base em conversas, registros bancários, imagens de câmeras, itens apreendidos e dados do celular da investigadora.
- As penas foram de 23 anos, 2 meses e 13 dias para Viviane, e 19 anos, 10 meses e 20 dias para Samuel, além de 16 anos, 6 meses e 27 dias para Jefferson e Alessandro, com início em regime fechado; a acusação de associação criminosa foi descartada por falta de grupo estruturado e permanente.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
Notícias policiais – A Justiça do Amazonas condenou a investigadora da Polícia Civil Viviane Monteiro de Almeida por integrar um grupo que simulou uma operação policial para cometer roubo e extorsão em Manaus.
Na sentença, a juíza Patrícia Macedo de Campos concluiu que os acusados aproveitaram a aparência de uma ação oficial para convencer a vítima a abrir a porta da residência, facilitando a execução do crime.
PUBLICIDADE
Para a magistrada, o grupo utilizou equipamentos característicos de policiais, como coletes, distintivos e algemas, além de apresentar um mandado de busca que posteriormente foi identificado como falso.
Vítima foi coagida dentro da própria casa
Depois de entrar no imóvel, os criminosos renderam o morador e exigiram dinheiro.
Sob ameaça, a vítima realizou uma transferência de R$ 10 mil via Pix, entregou R$ 5 mil em espécie e ainda teve notebook, relógio e outros objetos levados pelos invasores.
O crime aconteceu em 15 de agosto de 2025.
PUBLICIDADE
Mensagens revelaram planejamento da ação
A decisão judicial aponta que a investigação reuniu provas consideradas suficientes para demonstrar que o crime foi previamente organizado.
Entre os elementos analisados estão conversas entre os acusados, registros bancários, imagens de câmeras de segurança, objetos apreendidos e informações extraídas do celular da investigadora.
Segundo a sentença, as mensagens mostram que o grupo monitorou a vítima antes da ação e discutiu como seria feita a divisão do dinheiro obtido no roubo.
Quais foram as penas?
A investigadora Viviane Monteiro de Almeida recebeu a maior condenação: 23 anos, 2 meses e 13 dias de prisão.
Também foram condenados:
- Samuel da Costa Matos – 19 anos, 10 meses e 20 dias;
- Jefferson Cavalcante Marcolino – 16 anos, 6 meses e 27 dias;
- Alessandro Freire Naranjo – 16 anos, 6 meses e 27 dias.
Todos iniciarão o cumprimento das penas em regime fechado.
Acusação de associação criminosa foi descartada
Apesar de reconhecer a atuação conjunta dos réus, a juíza afastou o crime de associação criminosa por entender que o processo não comprovou a existência de um grupo estruturado e permanente, exigência prevista na legislação.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos






