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José Nilson pega 17 anos de cadeia pela participação na morte da jovem Débora em Manaus

Jurados reconheceram coparticipação no crime que chocou o Amazonas pela crueldade e pela morte de uma jovem grávida de oito meses.

Por Marcia Jornalist

01/06/2026 às 07:10 - Atualizado em 01/06/2026 às 16:35

Jose Nilson Azevedo da Silva em julgamento pela morte da adolescente Debora Alves em Manaus.

(Foto:Divulgação)


Resumo 

José Nílson Azevedo da Silva foi condenado a 17 anos e 8 meses de prisão pela participação na morte de Débora da Silva Alves, de 18 anos. O julgamento durou cinco dias e também resultou na condenação de Gil Romero Machado Batista.

Notícias policiais –  José Nílson Azevedo da Silva foi condenado a 17 anos e 8 meses de prisão por sua participação no assassinato de Débora da Silva Alves, de 18 anos, ocorrido em 2023 no Amazonas. A sentença foi anunciada na madrugada desta segunda-feira (1º), após cinco dias de julgamento que mobilizaram o Tribunal do Júri e tiveram grande repercussão no estado.

O réu foi condenado por homicídio qualificado por motivo torpe. Durante o julgamento, os jurados decidiram afastar duas qualificadoras e também não reconheceram a acusação de feminicídio em relação a José Nílson.

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O caso ficou conhecido pela brutalidade do crime, que vitimou a jovem grávida e o bebê que ela esperava. A acusação foi conduzida pelos promotores de Justiça Timóteo Ágabo Pacheco de Almeida e André Epifânio Martins.

Julgamento também condenou outro acusado

Além de José Nílson, o Tribunal do Júri condenou Gil Romero Machado Batista, apontado pelo Ministério Público do Amazonas (MPAM) como o principal responsável pelo crime.

Leia mais: Justiça condena Gil Romero a mais de 63 anos de prisão por assassinato da jovem Débora em Manaus

Gil Romero recebeu pena de 63 anos, 7 meses e 19 dias de prisão em regime fechado pelos crimes de homicídio qualificado, feminicídio, aborto provocado por terceiro e ocultação de cadáver.

Somadas, as penas impostas aos dois condenados ultrapassam 81 anos de prisão.

Provas sustentaram a condenação

Na decisão, a Justiça considerou comprovada a materialidade dos crimes por meio de laudos periciais, exame antropológico, certidão de óbito e relatórios produzidos durante a investigação.

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Também foram levados em consideração depoimentos de testemunhas, imagens de câmeras de segurança, informações de rastreamento e declarações prestadas pelos acusados na fase policial.

Segundo o entendimento do magistrado, o conjunto de provas apresentado durante o processo foi suficiente para demonstrar a participação dos réus nos fatos investigados.

Crime ocorreu em 2023

De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público, Débora da Silva Alves foi assassinada em meados de 2023. As investigações apontaram que a vítima morreu por asfixia com um fio elétrico.

A jovem estava grávida, o que levou a acusação a incluir também o crime de aborto provocado por terceiro entre as imputações apresentadas contra os envolvidos.

O caso provocou forte comoção e ganhou destaque em todo o Amazonas durante as buscas por respostas sobre o desaparecimento e a morte da vítima.

Ocultação do corpo marcou investigação

As investigações apontaram ainda que, após o assassinato, um dos envolvidos teria retornado ao local do crime para ocultar evidências.

Segundo a denúncia acolhida pela Justiça, o feto foi retirado do corpo da vítima e descartado em um rio. Em seguida, o corpo de Débora foi incendiado.

Os fatos foram considerados fundamentais para a responsabilização criminal dos acusados e para a condenação anunciada ao fim do julgamento.

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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