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Jovem grávida assassinada foi atraída para emboscada em Manaus, diz Polícia

Ela foi encontrada morta em uma cova rasa, na comunidade Parque Mauá, bairro Mauazinho.

  • Por AM POST

  • 04/08/2023 às 13:29

  • Atualizado em 04/08/2023 às 17:05

  • Leitura em três minutos

O vigilante, Gil Romero Machado Batista, está sendo procurado pela Polícia Civil suspeito de matar com requintes de crueldade a jovem Débora da Silva Alves, que tinha 18 anos e estava grávida de oito meses. O corpo da vítima foi encontrado carbonizado, em avançado estado de decomposição, dentro de um camburão, nessa quinta-feira (3) em uma área de mata localizada próximo ao Parque Mauá, no bairro Mauzinho, na zona leste de Manaus.

De acordo com a delegada Débora Barreiros, adjunta da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), os dois tiveram um caso extraconjugal, pois o homem era casado, e a jovem acabou engravidando. Contudo, Romero não aceitou a gestação e chegou dar remédio para Débora abortar, mas o medicamento não funcionou e a vítima decidiu levar a gestação até o final mas os dois romperam ele arquitetou o crime.

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Segundo a delegada, o homem atraiu a jovem para uma emboscada no dia do crime. “Romero vai ao encontro de Débora tentando fazer as pazes porque há cerca de um mês ele tinha tentado contra a vida dela. Diz para ela que ele era casado, mas que estava disposto a ajudar com as despesas da criança (…) Ela cai na história, vai para o carro com ele e é levada para a usina”, disse.

“A vítima se encontrou com uma pessoa e informou para essa pessoa que estava aguardando o pai da sua filha para receber o dinheiro de um berço, após isso, ela não foi mais vista, após o trabalho de investigação, confirmamos que Romero, o pai da criança, tinha envolvimento no crime”, contou o delegado Ricardo Cunha, titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).

Ainda segundo a polícia, após matar a vítima, Romero contou com a ajuda de José Nilson Azevedo da Silva, conhecido como ‘Nego’, que já está preso, para se livrar do corpo.

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“O corpo foi levado para o galpão, foi ateado fogo, foi colocado dentro de um tonel que já se encontrava ali. Ele [Nego] conta que ela não foi carbonizada totalmente porque aquele óleo era de difícil combustão, foi misturado o combustível com diesel e gasolina. Depois o tonel foi fechado e jogado na área de mata da própria empresa onde Romero trabalhava”, declarou a delegada Débora Barreiros.

José Nilson Azevedo da Silva ficará a disposição da justiça. Gil Romero Machado Batista segue sendo procurado pela polícia.

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Veja matéria semelhante ao caso: Prefeitura de Manaus vai pagar traslado de corpo de jovem assassinada em São Paulo. Clique aqui.
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Redação AM POST

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