Polícia

Jovem mata namorada por crer que ela era um ‘demônio sugando sua vida’

Ele teria consumido uma grande dose de LSD antes de matar a mulher.


Redação AM POST

Um estudante universitário foi considerado culpado de assassinar sua namorada após entrar em um estado psicótico e estrangulá-la dizendo acreditar que ela era um demônio. Jordan Brodie Miller, 22, matou a garota de 18 anos, Emerald Wardle, na casa de seus pais em Maitland, ao Norte de Sydney (Austrália), em 20 de junho de 2020. As informações são do Daily Mail.

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O julgamento durou três semanas e o júri ouviu que o estudante que dizia que a namorada era um demônio que estava ‘sugando a vida dele’. Contudo, o júri concordou com os promotores que sua psicose foi causada exclusivamente por abusar de forma crônica das drogas. Ele teria consumido uma grande dose de LSD antes de matar a mulher.

A defesa tentou argumentar que o estudante sofria de uma doença mental não diagnosticada, como esquizofrenia, quando estrangulou a namorada. Os defensores queriam um “veredicto especial” que o consideraria culpado, mas não criminalmente responsável por conta da doença psicótica. Mas as teses foram rejeitadas.

Uso de drogas

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Miller havia consumido LSD ou ácido em 9 de junho, 11 dias antes de Wardle ser encontrada morta pela polícia, que entrou na casa de Metford logo após 1h30. Houve sons de surpresa quando o veredito de culpado foi devolvido, cinco dias depois que os jurados se retiraram para considerar o caso, relata o Daily Telegraph.

O professor David Greenberg deu provas no julgamento e sugeriu que a condição de Miller atendeu aos critérios de uma psicose induzida por drogas, mas não atendeu a todos os critérios de esquizofrenia, uma condição que seu advogado argumentou que ele pode estar sofrendo. No entanto, outro psiquiatra, o professor Olav Nielssen, disse que ‘apostaria dinheiro’ em Miller que sofre de esquizofrenia, que foi intensificada pelo uso de drogas.

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