Justiça mantém prisão de delegado investigado por tortura em operação da PF
Além de Félix, também foram presos o investigador Álvaro Tibúrcio e um servidor da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM).
- Foto: Reprodução
Notícias Policiais – A Justiça do Amazonas decidiu manter a prisão preventiva do delegado Adriano Félix, detido durante a Operação Jeremias 22:17, conduzida pela Polícia Federal (PF). A decisão foi tomada após audiência de custódia realizada nesta quinta-feira (22/05). A investigação aponta que Félix teria envolvimento direto no sequestro e tortura de um homem no município de Caracaraí, em Roraima.
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Além de Félix, também foram presos o investigador Álvaro Tibúrcio e um servidor da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM). A audiência de custódia de Tibúrcio estava prevista para ocorrer na tarde desta sexta-feira (23/05), podendo definir o seu destino nos próximos dias.
A operação teve como foco desmantelar uma suposta ação ilegal envolvendo policiais civis do Amazonas e de Roraima, que teriam sequestrado e torturado um homem com o objetivo de obter informações sobre o paradeiro de uma carga de cassiterita — minério de alto valor comercial.
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De acordo com a PF, os agentes públicos, em busca da carga supostamente roubada, usaram métodos ilegais para forçar uma confissão. A Promotoria de Justiça de Caracaraí também teve participação ativa nas investigações.
Ao todo, foram expedidos 13 mandados de busca e apreensão e 7 mandados de prisão temporária em cinco estados brasileiros: Roraima, Amazonas, Bahia, São Paulo e Rio Grande do Sul. As ordens judiciais foram emitidas pela Justiça Estadual, onde o caso teve origem.
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