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Mãe de jovem morto em abordagem policial critica decisão que colocou sargento da PM em liberdade

Revogação da prisão preventiva do policial militar acusado da morte de Carlos André de Almeida Cardoso motivou desabafo da mãe da vítima, que pede rigor nas investigações e responsabilização dos envolvidos.

Por Beatriz Silveira

30/07/2026 às 16:33

  • A Justiça revogou a prisão preventiva do 3º sargento da PM Belmiro Wellington Costa Xavier, investigado pela morte de Carlos André de 19 anos, permitindo que ele responda ao processo em liberdade com medidas cautelares.
  • O juiz determinou tornozeleira eletrônica, recolhimento domiciliar das 18h às 6h, proibição de sair da comarca sem autorização, afastamento mínimo de 200 metros de familiares e testemunhas e retorno à PM apenas para funções administrativas sem porte de arma.
  • A mãe da vítima, Eliane dos Santos Almeida, disse estar revoltada, cobrou justiça, afirmou que o jovem não tinha antecedentes e mencionou suspeita de Transtorno do Espectro Autista (TEA).
  • O caso segue em investigação pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), e a responsabilidade criminal ainda será analisada no processo, que permanece em tramitação.

Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.

Foto: Paulo Bindá

Notícias Policiais – A revogação da prisão preventiva do 3º sargento da Polícia Militar Belmiro Wellington Costa Xavier, investigado pela morte de Carlos André de Almeida Cardoso, de 19 anos, provocou indignação entre os familiares da vítima.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, a mãe do jovem, Eliane dos Santos Almeida, afirmou estar revoltada com a decisão judicial que permitiu ao policial responder ao processo em liberdade.

Durante o desabafo, ela cobrou justiça e disse que a família continua sofrendo desde a morte do filho.

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O que decidiu a Justiça?

A decisão foi assinada pelo juiz Fábio Lopes Alfaia, da 2ª Vara do Tribunal do Júri de Manaus.

O magistrado revogou a prisão preventiva do policial e determinou que ele cumpra medidas cautelares enquanto responde ao processo.

Entre as determinações estão:

  • uso de tornozeleira eletrônica;
  • recolhimento domiciliar entre 18h e 6h;
  • proibição de deixar a comarca sem autorização judicial;
  • proibição de se aproximar a menos de 200 metros dos familiares da vítima e das testemunhas;
  • retorno à Polícia Militar apenas para exercer funções administrativas, sem porte de arma de fogo.

O que disse a mãe da vítima?

Em seu pronunciamento, Eliane afirmou que Carlos André não possuía antecedentes criminais e que a família investigava a possibilidade de o jovem estar dentro do Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Ela relatou que o filho apresentava comportamentos compatíveis com o transtorno e lamentou que, segundo sua versão, ele tenha sido morto sem oferecer risco.

A mãe também questionou a decisão judicial, afirmou temer por sua segurança e pediu que o caso seja tratado com rigor pelas autoridades.

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Além disso, fez críticas à atuação do policial investigado e declarou esperar que os responsáveis sejam responsabilizados ao fim do processo.

O que diz a investigação?

Segundo a Polícia Civil, o caso é investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).

O 3º sargento Belmiro Wellington Costa Xavier foi preso em flagrante após a ocorrência e encaminhado ao Núcleo Prisional da Polícia Militar.

Conforme a investigação, ele é apontado como suspeito de efetuar o disparo que atingiu Carlos André durante uma abordagem policial.

A responsabilidade criminal do investigado ainda será analisada pela Justiça ao longo da ação penal.

Como ocorreu a morte de Carlos André?

Carlos André de Almeida Cardoso, de 19 anos, morreu após ser atingido por um disparo na região do tórax durante uma abordagem policial realizada na madrugada de 19 de abril, na rua E, esquina com a rua Seis, no bairro Alvorada 1, zona Centro-Oeste de Manaus.

De acordo com o relatório da ocorrência, o disparo teria sido efetuado durante a ação policial. As circunstâncias do caso seguem sendo apuradas pelas autoridades.

Processo continua em tramitação

Apesar da revogação da prisão preventiva, o policial continuará respondendo ao processo criminal. A decisão que concedeu a liberdade provisória não representa absolvição e o mérito da acusação ainda será julgado pelo Poder Judiciário, com garantia do contraditório e da ampla defesa às partes envolvidas.

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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