Maio Laranja: delegado Paulo Mavignier afirma que 20 suspeitos de crimes sexuais foram presos no Amazonas
Todos os crimes foram cometidos contra crianças.
- Vinte suspeitos de crimes sexuais contra crianças foram presos em municípios do Amazonas durante a campanha 'Maio Laranja', segundo a Polícia Civil do estado.
- As prisões ocorreram em diversas cidades, incluindo Barreirinha, Benjamin Constant, Guajará, Itapiranga, Juruá, Manacapuru, Manaquiri, Parintins, Santa Isabel do Rio Negro, São Gabriel da Cachoeira, Tabatinga e Tapauá.
- Entre os casos, destaca-se a prisão de um homem por estupro de vulnerável contra sua filha de 1 ano e 3 meses em São Gabriel da Cachoeira, com o crime confirmado por exames médicos.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Foto: Reprodução
Notícias do Amazonas – O delegado Paulo Mavignier, diretor do Departamento de Polícia do Interior (DPI), da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), afirmou que 20 suspeitos de crimes sexuais contra crianças foram presos em municípios do Amazonas durante o ‘Maio Laranja’ deste ano.
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Mavignier destacou que o trabalho foi incansável e essencial no combate à exploração sexual no interior e que os números de prisões demonstram um compromisso firme com a proteção das vítimas e com a Justiça.
“Sabemos que a segurança das nossas crianças é uma prioridade, e não pouparemos esforços para que elas vivam sem medo.”, disse o delegado.
De acordo com a PC, as prisões foram realizadas nos municípios de Barreirinha; Benjamin Constant, Guajará, Itapiranga, Juruá, Manacapuru, Manaquiri, Parintins, Santa Isabel do Rio Negro,São Gabriel da Cachoeira, Tabatinga e Tapauá.
Entre os casos, está a prisão de um homem, 28, no dia 22 de maio, em São Gabriel da Cachoeira, por estupro de vulnerável contra sua filha, de 1 ano e 3 meses. O abuso sexual foi confirmado por meio dos exames de conjunção carnal.
O crime aconteceu quando o homem levou a vítima para sua casa, no dia 17 de meio, com a justificativa de experimentar um sapato, e ficou com ela por um período de 2 horas. A criança voltou para a casa da sua mãe chorando e apontando para a genitália, e quando a genitora foi dar banho nela, a vítima ficou em choque.
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