Mais de 200 vídeos de abusos sexuais de padre são encontrados no Amazonas
Uma das vítimas engravidou do líder religioso e foi forçada a abortar.
- Padre Paulo Araújo da Silva foi preso em Coari, Amazonas, suspeito de abusar sexualmente de crianças e adolescentes, e possuía mais de 200 vídeos explícitos dos abusos gravados sem consentimento.
- Investigações apontam que o padre liderava uma possível rede de pedofilia, com envolvimento de outras pessoas, incluindo uma funcionária da paróquia presa por atrair vítimas e um homem preso por fornecer medicamentos abortivos.
- A Diocese de Coari repudiou os abusos, afastou o padre de suas funções e manifestou solidariedade às vítimas; a defesa dos suspeitos ainda não se pronunciou.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Mais de 200 vídeos de abusos sexuais de padre são encontrados no Amazonas-Foto: Divulgação
Notícias do Amazonas – A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) revelou que o padre Paulo Araújo da Silva, preso suspeito de abusar sexualmente de crianças e adolescentes em Coari, possuía mais de 200 vídeos explícito dos abusos.
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A informação foi divulgada, na segunda-feira (2), durante uma coletiva de imprensa com o delegado titular da Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Coari, José Barradas.
Paulo foi preso no dia 18 de agosto, após uma vítima de 17 anos denunciar o crime. A jovem alegou ter sido forçada a abortar um feto concebido pelo padre, que teria enterrado o feto no quintal de sua residência. A investigação revelou que os vídeos foram encontrados em dispositivos eletrônicos do padre e eram gravados sem o consentimento das vítimas.
“Além de aliciar a menor, ele chamava outras menores para fazer uma relação em conjunto”, disse o delegado. As investigações indicam a possível existência de uma rede de pedofilia liderada pelo padre, com a participação de outras pessoas.
Na sexta-feira (30), Lorena Marques, funcionária da paróquia, foi presa na Zona Rural de Coari, suspeita de atrair as vítimas para os abusos. A mulher trans enfrenta acusações de exploração sexual infantil e associação criminosa. Além dela, um homem de 34 anos também foi preso por fornecer medicamentos abortivos ao padre e ajudar a enterrar o feto.
Em resposta, a Diocese de Coari expressou repúdio a toda forma de abuso e ofereceu solidariedade às vítimas e suas famílias. A Diocese também confirmou que tomou as medidas necessárias para afastar o padre de todas as funções e responsabilidades dentro da Igreja Católica. A defesa dos suspeitos ainda não se pronunciou.
Redação AM POST
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