Mulher é presa com 11 kg de pasta base de cocaína em lancha que seguia de Tabatinga para Manaus
O flagrante foi realizado no município de Santo Antônio do Içá, na Base Garatéia
- Foto: Divulgação
Notícias policiais – Durante uma fiscalização de rotina realizada na quinta-feira (3/7), aproximadamente 11 quilos de pasta base de cocaína foram apreendidos em uma lancha de passageiros que fazia o trajeto entre Tabatinga e Manaus. A ação ocorreu na base fluvial Garatéia, localizada no município de Santo Antônio do Içá, no interior do Amazonas.
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A droga foi encontrada nas bagagens de uma passageira que havia embarcado no porto de Benjamin Constant, cidade vizinha à tríplice fronteira com o Peru e a Colômbia. Segundo os agentes que participaram da fiscalização, os entorpecentes estavam cuidadosamente embalados e escondidos entre os pertences pessoais da mulher, o que levantou suspeitas no momento da inspeção.
Ao revistarem a bagagem com maior atenção, os policiais identificaram pacotes que continham uma substância de aparência similar à pasta base de cocaína. Após testes preliminares, foi confirmada a presença do entorpecente. Diante da constatação, a passageira recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzida à autoridade policial.
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A mulher foi encaminhada ao 53º Distrito Integrado de Polícia (DIP), onde foram realizados os procedimentos de praxe. Ela responderá pelo crime de tráfico de drogas, cuja pena pode variar de 5 a 15 anos de reclusão, conforme o artigo 33 da Lei de Drogas (Lei nº 11.343/2006).
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A apreensão reforça o alerta sobre a constante utilização de rotas fluviais da região amazônica para o transporte de entorpecentes, especialmente no eixo entre a tríplice fronteira e a capital do Estado. A rota Tabatinga–Manaus é considerada estratégica para o escoamento de drogas oriundas de países vizinhos como Colômbia e Peru, grandes produtores de cocaína.
Segundo autoridades, ações de fiscalização como a realizada na base Garatéia são fundamentais para tentar conter o tráfico de drogas no Amazonas, um dos principais corredores do narcotráfico internacional. A presença constante das forças de segurança nos rios é vista como medida essencial para enfraquecer o avanço do crime organizado na região.
O caso segue em investigação para identificar possíveis conexões da presa com organizações criminosas que atuam no tráfico transnacional de entorpecentes na Amazônia.
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