Mulher é presa por tortura homem com martelo e choques
De acordo com a Polícia Civil, a vítima estava em casa quando recebeu a visita da suspeita e de outro casal conhecido.

Foto: Divulgação
Uma mulher de 26 anos foi presa preventivamente por policiais civis da 35ª Delegacia de Polícia de Sobradinho nesta quarta-feira (25/9), acusada de participar da tortura de um homem de 44 anos. O crime ocorreu em 30 de julho deste ano, na AR 12 de Sobradinho II, e envolveu o uso de armas improvisadas, como pedaços de madeira e um martelo, além de choques elétricos.
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De acordo com a Polícia Civil, a vítima estava em casa quando recebeu a visita da suspeita e de outro casal conhecido. Durante o encontro, os quatro consumiram drogas e bebidas alcoólicas. No entanto, em determinado momento, o homem pediu para que os visitantes fossem embora, o que desencadeou uma sequência de agressões brutais.
As investigações revelaram que, após o pedido da vítima para que os suspeitos deixassem sua casa, o grupo reagiu violentamente. Eles espancaram o homem e o atingiram repetidamente com um pedaço de madeira. Além disso, usaram um martelo para golpear o peito da vítima, infligindo ferimentos graves.
As agressões não pararam por aí. O grupo também submeteu a vítima a choques elétricos, utilizando um fio de eletrodoméstico para torturá-lo. A brutalidade do ataque foi tamanha que a vítima foi deixada gravemente ferida e inconsciente. No entanto, apesar da gravidade das lesões, o homem conseguiu sobreviver ao ataque.
Desde o crime, a Polícia Civil vinha conduzindo diligências para localizar e prender os envolvidos. A prisão da mulher de 26 anos, que não teve a identidade revelada, representa um avanço importante no caso. Segundo o delegado-chefe da 35ª DP, Ricardo Viana, as investigações continuam, e as autoridades ainda estão em busca de um dos envolvidos no crime, que permanece foragido.
“A vítima torturada conseguiu sobreviver e as diligências prosseguem no sentido de prender o último acusado do crime”, destacou Viana.
A prisão preventiva da suspeita foi decretada com base nas provas colhidas ao longo das investigações, que indicaram seu envolvimento direto nas agressões.
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