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Operação do MP apreende celulares, armas e drogas durante ação contra facções em Parintins

Ação do Gaeco e forças de segurança cumpriu mandados de busca, realizou inspeção em presídio e apreendeu materiais ligados à atividade criminosa.

Por Beatriz Silveira

11/06/2026 às 15:53 - Atualizado em 11/06/2026 às 20:22

imagem da operação convergência nacional em parintins

Foto: Divulgação

Resumo

O Ministério Público do Amazonas deflagrou a Operação Convergência Nacional – Amazonas 01 em Parintins, com o objetivo de combater a atuação de facções criminosas na região. A ação incluiu mandados de busca e apreensão, fiscalização no sistema prisional e medidas de quebra de sigilo. Durante as diligências, foram apreendidos celulares, armas, drogas e materiais que podem contribuir para o avanço das investigações.

Notícias Policiais – O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e da 1ª Promotoria de Justiça de Parintins, deflagrou nesta quinta-feira (11) a Operação Convergência Nacional – Amazonas 01. A ação teve como foco o enfrentamento às organizações criminosas que atuam no município e em comunidades próximas.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão, além de medidas de quebra de sigilo autorizadas pela Justiça. Também foi realizada uma fiscalização extraordinária na unidade prisional de Parintins, considerada estratégica para o avanço das investigações.

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Operação contou com apoio de forças de segurança

As diligências foram executadas com o apoio das Polícias Militar e Civil, da Companhia Independente com Cães da Polícia Militar do Amazonas e da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap).

Leia também: Governador Roberto Cidade suspende decreto e mantém R$ 100 milhões no orçamento da UEA

Cães farejadores participaram das inspeções realizadas no presídio, auxiliando na localização de materiais ilícitos e elementos que possam ter ligação com atividades criminosas.

Segundo o MPAM, as medidas fazem parte de um procedimento investigatório criminal voltado à coleta de provas e ao aprofundamento das apurações sobre a atuação de facções na região.

Fiscalização encontrou celulares e outros materiais

Durante a vistoria realizada na unidade prisional, foram apreendidos 19 aparelhos celulares, além de armas, substâncias entorpecentes e cadernos contendo anotações relacionadas a atividades criminosas.

Os materiais recolhidos passarão por análise e poderão subsidiar novas etapas da investigação. Nas diligências externas, também foram apreendidos documentos e outros elementos considerados relevantes para os trabalhos conduzidos pelo Ministério Público.

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Comunidades da zona rural também foram alvo da operação

As ações ocorreram em diferentes pontos de Parintins, incluindo áreas urbanas e rurais. Entre as localidades alcançadas pela operação estão Vila Amazônia, Zé Açu, Castanhal e Teixeirão.

De acordo com o MPAM, essas regiões vêm sendo monitoradas por apresentarem indícios de expansão da atuação de organizações criminosas e possíveis tentativas de ocupação territorial para fortalecimento de atividades ilícitas.

Investigações apontam influência de lideranças presas

Segundo as apurações do Gaeco, parte das determinações para a prática de crimes estaria sendo emitida de dentro da unidade prisional de Parintins.

Por essa razão, a fiscalização no presídio foi considerada uma etapa fundamental para identificar possíveis lideranças e interromper mecanismos de comunicação utilizados por integrantes das facções.

Operação integra ação nacional contra o crime organizado

Conforme destacou o coordenador do Gaeco, promotor de Justiça Leonardo Tupinambá do Valle, a Operação Convergência Nacional reúne Ministérios Públicos de diversos estados em uma estratégia integrada de combate às organizações criminosas.

Segundo ele, esta é a primeira fase da ação no Amazonas, iniciada em Parintins, mas com previsão de expansão para outros municípios do interior do estado.

O Ministério Público informou que as investigações continuam em andamento e poderão resultar em novas medidas judiciais, incluindo pedidos de prisão e outras ações voltadas à responsabilização dos envolvidos.

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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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