Operação Iara bloqueia R$ 4,8 milhões e apreende 250 kg de cocaína no Amazonas
Investigação apontou organização interestadual e ação simultânea em sete estados resultou em prisões, apreensões e bloqueios.

Foto: Reprodução
Resumo
A matéria trata da deflagração da Operação Iara, realizada pelas Polícias Civis do Pará e do Amazonas, com cumprimento de mandados, bloqueio de valores e apreensões. O texto destaca a investigação sobre transporte de drogas do Amazonas para o Pará e outros estados, a atuação integrada de unidades policiais e órgãos de apoio, além do balanço: prisões, cocaína apreendida, armas recolhidas e valores bloqueados nos estados envolvidos.
PUBLICIDADE
Notícias Policiais – As Polícias Civis do Pará (PCPA) e do Amazonas (PC-AM) deflagraram, nesta quarta-feira (21/01), a Operação Iara e cumpriram, no Amazonas, mais de 13 mandados judiciais. A ofensiva resultou no bloqueio de cerca de R$ 4,8 milhões em ativos financeiros vinculados ao crime organizado. Durante a ação, também foram apreendidos aproximadamente 250 quilos de cocaína e armamentos de grosso calibre, além da prisão de uma pessoa.
Investigação apontou rota de drogas do Amazonas para o Pará
A Operação Iara integra uma investigação conduzida pela Polícia Civil do Pará, por meio do Núcleo de Inteligência Policial (NIP) e da Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc), com apoio da Diretoria Estadual de Combate à Corrupção da PC/PA. Segundo a apuração, foi identificado o transporte de grandes carregamentos de entorpecentes que saíam do Amazonas com destino ao Pará e a outras unidades da federação.
Forças atuaram com apoio de unidades especializadas e Receita Federal
No Amazonas, a operação contou com atuação do Departamento de Inteligência da Polícia Judiciária (DIPJ), dos Departamentos de Polícia Metropolitana (DPM) e do Interior (DPI), da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core-AM), do Departamento Integrado de Operações Aéreas (Dioa) e da Receita Federal.
Leia também: Trabalhadores encontram corpo desovado em estrada no Amazonas
PC-AM destaca compartilhamento de informações
O delegado-geral da PC-AM, Bruno Fraga, afirmou que a operação é resultado de um trabalho de inteligência, com compartilhamento de informações entre os dois estados. Segundo ele, levantamentos feitos no Amazonas foram repassados ao Pará, o que permitiu o avanço das investigações e a interceptação da carga ilícita, além da apreensão de armas, incluindo espingarda.
PUBLICIDADE
Operação ocorreu em sete estados e bloqueio total chega a R$ 58 milhões
De acordo com o delegado Lúcio Bezerra de Menezes, da Polícia Civil do Pará, a operação começou após apreensões de toneladas de drogas no Pará, quando foi identificado um ponto de apoio logístico no município de Prainha. A partir daí, o monitoramento foi intensificado e a investigação apontou núcleos de uma organização criminosa interestadual. Com base nas provas reunidas, a ação foi deflagrada simultaneamente no Amazonas, Pará, Alagoas, Rio de Janeiro, Ceará, São Paulo e Amapá.
No Amazonas, a Justiça deferiu 13 mandados de busca e apreensão, cinco prisões preventivas e quatro medidas cautelares diversas da prisão, além do bloqueio de R$ 4,8 milhões. Considerando todos os alvos da operação nos estados envolvidos, o montante total bloqueado chega a R$ 58 milhões.
Prisões e apreensão milionária de droga
Segundo a polícia, foi cumprida uma prisão preventiva no Amazonas e outra em São Paulo. Os presos, conforme informado, integram o núcleo de apoio logístico da organização, responsável por estruturar desde o fornecimento de embarcações e armamentos até o transporte da droga para o Pará e outros estados. As diligências também apreenderam cerca de 250 quilos de cocaína, com prejuízo estimado em mais de R$ 18 milhões ao crime organizado.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos





