Operação “Maçã Podre” prende guarda municipal e mais quatro suspeitos de ligação com o tráfico no Amazonas
Investigação aponta que servidor público atuava como informante de criminosos em Juruá.

(Foto: divulgação)
Resumo
Operação “Maçã Podre” da Polícia Civil do Amazonas prendeu cinco pessoas suspeitas de tráfico de drogas e associação criminosa nos municípios de Juruá e Tefé. Entre os presos está um guarda municipal investigado por repassar informações ao tráfico.
Notícias policiais – A Polícia Civil deflagrou, na sexta-feira (8), a Operação “Maçã Podre”, que resultou na prisão de cinco pessoas investigadas por tráfico de drogas e associação criminosa nos municípios de Juruá e Tefé.
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Entre os presos está o guarda municipal Luiz Carlos Gomes Ribeiro, de 47 anos, apontado pelas investigações como responsável por repassar informações sigilosas para integrantes do tráfico de drogas na região.
Segundo o delegado Célio Lima, titular da 70ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Juruá, a operação é resultado de investigações iniciadas após prisões realizadas em fevereiro deste ano.
“As diligências apontaram a participação de outros envolvidos no esquema criminoso, inclusive de um agente público que atuava diretamente favorecendo os traficantes”, destacou o delegado.
Além do guarda municipal, também foram presas Ana Pereira da Silva, de 40 anos; Patrícia da Silva Severo, de 25 anos; e Sarah Pereira da Silva, de 38 anos, em Juruá. O quinto investigado foi localizado e preso no município de Tefé.
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Polícia aponta ligação entre traficantes
De acordo com a Polícia Civil, os investigados atuavam de forma integrada e mantinham ligação com traficantes de outras cidades do Amazonas, fortalecendo a distribuição de entorpecentes na região.
Luiz Carlos foi preso inicialmente em um bar localizado na rua Samuel Amaral. Já Sarah Pereira foi encontrada em um estabelecimento comercial e posteriormente levada para sua residência, onde os policiais realizaram buscas.
Ana Pereira e Patrícia da Silva foram capturadas em suas respectivas residências durante o cumprimento dos mandados judiciais.
Ainda segundo a investigação, a atuação do guarda municipal comprometia ações de segurança pública ao fornecer informações estratégicas aos criminosos.
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Os presos foram encaminhados para as unidades policiais de Juruá e Tefé, onde permanecem à disposição da Justiça.
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