Operação prende seis suspeitos de agiotagem e extorsão em Manaus
Grupo usava banco como fachada e tinha servidores públicos como principais alvos.

Foto: ChatGpt
Resumo
Uma operação da Polícia Civil do Amazonas resultou na prisão de seis pessoas suspeitas de integrar um esquema de agiotagem, extorsão e lavagem de dinheiro em Manaus. O grupo teria como principal alvo servidores públicos e utilizava um banco como fachada para dar aparência legal aos valores obtidos ilegalmente.
Notícias Policiais – Seis pessoas foram presas nesta quinta-feira (12/02) durante uma operação da Polícia Civil do Amazonas que investiga um esquema de agiotagem e extorsão na capital. Entre os detidos está o proprietário de uma instituição financeira apontada como fachada para lavagem de dinheiro.
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Justiça autorizou prisões e quebras de sigilo
A ação policial ocorreu após autorização judicial para cumprimento de prisões preventivas, quebra de sigilo telefônico e mandados de busca e apreensão. Durante a operação, foram apreendidos celulares, dinheiro em espécie, computadores, armas e aproximadamente nove veículos.
As investigações apontam que o grupo atuava de forma organizada, utilizando empresas e transações financeiras para movimentar valores obtidos por meio de práticas criminosas.
Servidores públicos eram os principais alvos
Segundo o delegado Cícero Túlio, titular do 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP), os suspeitos atuavam em diferentes núcleos de agiotagem e tinham como foco servidores públicos, principalmente ligados a tribunais e órgãos oficiais do Amazonas.
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Até o momento, ao menos cinco vítimas foram identificadas, incluindo uma servidora do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM).
Vítima perdeu bens após ameaças
Uma das vítimas relatou que contratou um empréstimo inicial de R$ 5 mil, mas a dívida cresceu de forma descontrolada. Sob ameaças e intimidações, ela teria perdido duas casas e um veículo.
A investigação apurou ainda episódios de violência, incluindo uma abordagem no estacionamento do TJAM, onde a servidora teria sido forçada a entrar em um carro.
Banco funcionava como fachada
De acordo com a Polícia Civil, Ikaro Michel é apontado como líder do esquema e proprietário do chamado Banco Life, utilizado para dar aparência de legalidade aos valores obtidos com agiotagem e extorsão.
As investigações continuam para identificar outras vítimas e aprofundar a apuração financeira do grupo.
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