Padrasto é preso por abuso contra enteadas no interior do Amazonas
O investigado é suspeito de cometer abusos contra duas enteadas, que tinham 6 e 8 anos à época dos fatos.

Foto: Divulgação
Resumo
Um homem investigado por abusar sexualmente de duas enteadas, ainda crianças na época dos fatos, foi preso preventivamente em Nhamundá. O caso veio à tona após as vítimas relatarem os crimes anos depois, e a Justiça considerou a gravidade e o risco de continuidade para determinar a prisão.
Notícias Policiais – Um homem foi preso preventivamente em Nhamundá, no interior do Amazonas, suspeito de abusar sexualmente de duas enteadas quando elas ainda eram crianças. O caso veio à tona após as vítimas denunciarem os crimes, e a Justiça considerou a gravidade e o risco de continuidade para determinar a prisão.
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Polícia cumpre prisão preventiva por estupro de vulnerável
A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) cumpriu, no sábado (21), mandado de prisão preventiva contra um homem investigado por estupro de vulnerável em Nhamundá, município localizado no interior do estado. A operação contou com a atuação conjunta de equipes do Departamento de Polícia do Interior (DPI), da Delegacia Especializada de Polícia (DEP) de Parintins, da Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Nhamundá, além do apoio da Delegacia Fluvial (Deflu).
O investigado é suspeito de cometer abusos contra duas enteadas, que tinham 6 e 8 anos à época dos fatos.
Crimes ocorreram no ambiente familiar
De acordo com a delegada Marna de Miranda, responsável pela investigação, os crimes aconteceram dentro do ambiente familiar, em residências situadas tanto na zona rural de Nhamundá quanto na área urbana de Parintins.
O homem, que exercia o papel de padrasto, também praticava violência doméstica contra a mãe das vítimas. Segundo a delegada, foi somente após a separação definitiva do casal, em novembro de 2025, que as meninas conseguiram relatar os abusos.
A vítima mais velha, hoje com 14 anos, informou que os episódios teriam começado quando ela tinha 8 anos.
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Exames confirmaram materialidade dos crimes
As vítimas foram submetidas a todos os procedimentos previstos em casos de violência sexual, incluindo exames de corpo de delito, que confirmaram a materialidade das agressões.
Durante a investigação, testemunhas da família também foram ouvidas e relataram um histórico de violência contínua no convívio doméstico, reforçando os indícios apurados pela polícia.
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Justiça considerou risco e decretou prisão
Diante da gravidade dos fatos, da vulnerabilidade das vítimas e da proximidade do investigado — que possui outras duas filhas biológicas com a ex-companheira —, a autoridade policial solicitou a prisão preventiva.
O pedido foi aceito pela Justiça, que considerou ainda o risco de continuidade delitiva. A ordem judicial foi cumprida pelas equipes policiais no município.
O delegado Paulo Mavignier, diretor do DPI, destacou o apoio operacional na ação e afirmou que o investigado foi localizado e preso.
Suspeito permanece à disposição do Judiciário
Após a prisão, o homem será submetido à audiência de custódia e permanecerá à disposição da Justiça para os desdobramentos do processo.
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