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PCC e CV rompem aliança e reacendem temor de guerra entre facções no Amazonas

Na nota, o PCC alegou que a decisão foi tomada de forma consensual.

Por Beatriz Silveira

29/04/2025 às 20:35

  • A aliança entre as facções criminosas PCC e Comando Vermelho (CV), anunciada em fevereiro de 2025, chegou ao fim, conforme comunicado oficial do PCC divulgado em 28 de fevereiro.
  • O PCC justificou o rompimento alegando intolerância a práticas que violam a “ética do crime”, como ataques a familiares e inocentes, mas afirmou que continuará dialogando com grupos que buscam a paz.
  • O fim da aliança reacende preocupações com a segurança pública, especialmente no Amazonas e em outros estados estratégicos, devido ao risco de novos confrontos violentos entre as facções.

Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.

Notícias Policiais  –  A aliança entre o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), anunciada em fevereiro de 2025, chegou oficialmente ao fim. Em comunicado divulgado nesta segunda-feira (28), o PCC confirmou o rompimento, sinalizando a retomada de um dos confrontos mais violentos do crime organizado no Brasil e aumentando as preocupações com a segurança pública, especialmente no Amazonas e em outros estados estratégicos.

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Na nota, o PCC alegou que a decisão foi tomada de forma consensual, mas reforçou sua intolerância a práticas que violam a chamada “ética do crime”, como ataques a familiares e inocentes. “Questões que ferem a ética do crime nunca foram e nem serão aceitas em nenhuma aliança ou amizade”, afirma o texto. Apesar do discurso de ruptura, o grupo afirma que ainda manterá diálogos com facções que “defendem a paz”.

A união entre PCC e CV, formalizada em fevereiro deste ano, havia surpreendido analistas e autoridades. A trégua tinha como objetivo reduzir conflitos nos presídios e nas ruas, com articulações feitas por advogados que atuaram como intermediários dos líderes presos em penitenciárias federais.

No entanto, a rivalidade histórica falou mais alto. Em 2016, a disputa por territórios e o controle do sistema prisional já havia rompido uma antiga parceria, resultando em episódios de extrema violência, como o massacre de 2017 em Manaus, que deixou 56 mortos.

Agora, com o fim da breve aliança, especialistas alertam para o risco iminente de novos confrontos, principalmente no Norte do país, região estratégica para o narcotráfico.

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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