Polícia afirma que menino de 3 anos foi asfixiado até a morte pelo pai em Manaus
Vítima foi encontrada sem vida dentro de um banheiro.
- (Foto: Divulgação)
Resumo
As forças de segurança do Amazonas detalharam, em coletiva realizada nesta sexta-feira (23), novas informações sobre a morte de uma criança de três anos no bairro Cidade de Deus, zona norte de Manaus. O principal suspeito é o próprio pai, Fernando Batista de Melo, que segue foragido. A Polícia Civil confirmou que a criança foi asfixiada até a morte.
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Notícias policiais – A coletiva ocorreu no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), no bairro Petrópolis, e reuniu representantes das forças de segurança do Estado. Durante o encontro com a imprensa, foi confirmado que o crime aconteceu dentro de uma residência no bairro Cidade de Deus, zona norte da capital.
O principal suspeito do homicídio é Fernando Batista de Melo, pai da criança. Desde a noite do crime, ele é considerado foragido, e equipes da Polícia Civil atuam de forma integrada para localizá-lo.
Delegado descreve cena e revela causa da morte
O delegado Guilherme Torres, adjunto da Delegacia-Geral da Polícia Civil do Amazonas, relatou detalhes fortes da ocorrência e confirmou que a criança morreu por asfixia.
“A criança foi asfixiada até a morte pelo próprio pai. Havia muito sangue dentro do banheiro. É uma imagem que vai ficar gravada na minha memória para sempre”, afirmou o delegado durante a coletiva.
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Segundo a Polícia Civil, a violência empregada no crime evidencia extrema brutalidade, o que reforçou a prioridade máxima nas buscas pelo suspeito.
Buscas seguem intensificadas e polícia pede denúncias
As forças de segurança informaram que as diligências continuam tanto em Manaus quanto em possíveis rotas de fuga para o interior do estado. A Polícia Civil destacou que qualquer informação repassada pela população pode ser decisiva para a prisão de Fernando Batista de Melo.
As denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos canais oficiais da segurança pública, com garantia de sigilo absoluto. A orientação é que a população não tente abordar o suspeito.
O caso segue sob investigação da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros e provocou forte comoção social, reacendendo o debate sobre violência doméstica e a proteção de crianças em ambientes familiares.
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