Polícia dá detalhes de como se deu a prisão de trio suspeito de executar ‘Xuruca’ em SC
Vítima foi morta a tiros enquanto segurava o filho no colo.
- (Foto: AM POST)
Notícias policiais -A Polícia Civil do Amazonas, em ação integrada com a Polícia Civil de Santa Catarina, prendeu três homens suspeitos de envolvimento no assassinato de Alexandre Araújo Brandão, de 37 anos, conhecido como Xuruca.
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As prisões ocorreram na segunda-feira (15), em bairros distintos de Manaus, durante a Operação Orion.
Durante coletiva de imprensa realizada na manhã desta terça (16) O Delegado Ricardo Cunha, responsável pelas investigações, a vítima residia há cerca de três anos na capital catarinense. O motivo do crime foi umm violento confronto entre facções criminosas resultou na execução de Alexandre, conhecido como “xuruca”, e na tentativa de homicídio contra seu filho de apenas um ano e oito meses. O crime ocorreu no dia 9 de outubro, no bairro Campeche, em Florianópolis, motivado pela disputa territorial do tráfico de drogas comandada Alexandre no Japim, em Manaus.
Na ocasião, Alexandre foi surpreendido por um dos suspeitos em frente ao prédio onde morava e atingido por vários disparos de arma de fogo enquanto segurava o filho no colo. A criança também foi baleada e ficou gravemente ferida. Por ser atingida pelos disparos junto ao pai, foi levada em estado grave à UTI e, devido à gravidade das perfurações, e precisou usar bolsa de colostomia.
Alexandre era apontado pelas autoridades como um dos principais integrantes de uma organização criminosa com atuação no estado do Amazonas. A investigação, que culminou na Operação Órion, revelou que o mandante seria André Trajano Feitosa, que buscava tomar o controle da área. O ataque foi executado por um trio que havia alugado uma residência local para organizar a ação.
A polícia conseguiu prender três partícipes diretos: João Vitor da Silva Guimarães (26), apontado como o atirador; Wellington Serafim Maximiano, braço direito de Trajano; e Rodrigo Nascimento Vieira (36), responsável pela logística. Enquanto João Vitor terá seu depoimento prolongado, Wellington e Rodrigo seguirão para audiência de custódia.
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As ordens de prisão preventiva foram cumpridas após troca de informações entre as delegacias especializadas dos dois estados. O mandante, André Trajano, é o único que permanece procurado pela polícia.
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