Polícia e Receita Federal apreendem maconha avaliada em R$ 1 milhão em freezer de transportadora em Manaus
Droga do tipo skunk estava escondida em freezer e tinha como destino o estado do Pará.
- Foto: Reprodução
Resumo
Uma operação integrada com a Receita Federal resultou na apreensão de aproximadamente 50 quilos de maconha do tipo skunk, avaliados em R$ 1 milhão, em uma transportadora localizada na zona oeste de Manaus. O entorpecente estava escondido dentro de um freezer. Não houve prisões, e as investigações seguem para identificar os responsáveis.
Notícias policiais – Uma investigação iniciada a partir de denúncias anônimas levou à apreensão de aproximadamente 50 quilos de maconha do tipo skunk em uma transportadora localizada no bairro São Raimundo, zona oeste de Manaus. O entorpecente estava escondido dentro de um freezer, estratégia usada para tentar despistar a fiscalização.
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A apreensão ocorreu na terça-feira (20/01) e representa um prejuízo estimado em R$ 1 milhão para o crime organizado. Segundo as apurações iniciais, a carga ilícita teria como destino final o estado do Pará, caracterizando tráfico interestadual de drogas.
Droga estava camuflada em eletrodoméstico
De acordo com o delegado Rodrigo Torres, a ação contou com o emprego de cães farejadores, fundamentais para localizar o material ilícito. Os animais indicaram a presença da droga nas laterais do eletrodoméstico.
“Ao abrirmos a tampa superior do freezer, encontramos os tabletes de maconha e skunk cuidadosamente escondidos”, relatou o delegado. A camuflagem demonstra, segundo a polícia, o grau de sofisticação adotado por grupos criminosos para tentar burlar a fiscalização.
Ação integrada entre forças de segurança
A operação foi realizada pelo Departamento de Investigação sobre Narcóticos do Polícia Civil do Amazonas, em ação conjunta com a Receita Federal, além do apoio operacional da Polícia Civil do Pará.
A integração entre os órgãos foi decisiva para o sucesso da apreensão, reforçando o trabalho de cooperação no combate ao tráfico de drogas entre estados da região Norte.
Transportadora usada como fachada
Segundo as investigações, a transportadora não tinha envolvimento direto com o crime. O local era utilizado apenas como ponto de compra de objetos que serviriam para esconder os entorpecentes. O transporte da carga era terceirizado por meio de empresas de logística, cujos funcionários não tinham conhecimento do material ilícito.
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“Os colaboradores não foram presos porque não havia indícios de que soubessem do conteúdo transportado”, explicou o delegado. A estratégia evidencia o uso de empresas regulares como fachada para o envio de drogas, dificultando a identificação dos responsáveis.
Investigações continuam
Apesar da grande apreensão, ninguém foi preso durante a operação. A polícia agora concentra esforços para identificar a origem da droga e quem seria o destinatário final da carga no Pará.
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As investigações seguem em andamento, e novas diligências não estão descartadas. A apreensão reforça o alerta das autoridades sobre o uso de rotas comerciais e empresas de logística pelo tráfico, além de destacar a importância das denúncias da população no enfrentamento ao crime organizado.
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