Polícia investiga se incêndio que matou mãe e filho em Manaus foi criminoso
Corpos de ambos foram carbonizados no sinistro.

(Foto: Divulgação)
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Na madrugada desta quarta-feira (12), um incêndio de grandes proporções consumiu a residência onde moravam Rafaela Pereira da Silva, de 32 anos, e seu filho Patrick Queiroz da Silva, de 7 anos, no beco Sucupira, bairro Nossa Senhora das Graças, na zona centro-sul de Manaus.
O fogo teve início por volta das 4h e se espalhou rapidamente, atingindo sete casas, das quais três foram completamente destruídas.
A suspeita de que o incêndio possa ter sido criminoso surgiu entre os agentes do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM), que atuaram no combate às chamas.
Diante das evidências levantadas no local, a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) foi acionada para investigar o caso e determinar se houve dolo na ação, ou seja, se o fogo foi propositalmente deflagrado.
O Instituto Médico Legal (IML) foi acionado para a remoção dos corpos de Rafaela e Patrick, enquanto a Defesa Civil prestou o atendimento emergencial às vítimas e familiares. Segundo informações preliminares, os moradores da região ficaram em estado de choque com a rapidez e a intensidade com que o incêndio se desenvolveu, causando a devastação de parte do bairro.
As investigações agora se concentram na análise de evidências coletadas no local e na busca por possíveis testemunhas que possam esclarecer os motivos e a dinâmica do ocorrido.
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