Polícia prende em Manaus mulher envolvida em golpe que causou prejuízo de R$ 62 mil em Goiás
As investigações sobre o crime foram conduzidas pela PCGO, o crime aconteceu em Goiás.
- A Polícia Civil do Amazonas apoiou a Operação Número Certo, da Polícia Civil de Goiás, que resultou na prisão temporária de Virlene Batista da Silva, 23 anos, em Manaus, por estelionato eletrônico com prejuízo de R$ 62 mil à vítima.
- O crime envolveu uma organização criminosa estruturada em três camadas: golpistas diretos, cooptadores de contas bancárias e pessoas que cediam contas ou geravam boletos falsos; o suposto líder, Maycon Douglas, continua foragido.
- Virlene Batista atuava como intermediária, movimentando o dinheiro ilícito em sua conta bancária; as investigações continuam para prender todos os envolvidos e desarticular o grupo.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Foto: divulgação
Notícias de Polícia – Nesta quinta-feira (13/02), a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da Delegacia Especializada em Repressão a Crimes Cibernéticos (Dercc), prestou apoio à Operação Número Certo, deflagrada pela Polícia Civil de Goiás (PCGO). A ação resultou no cumprimento de mandados de busca e apreensão e na prisão temporária de Virlene Batista da Silva, 23, pelo crime de estelionato eletrônico, que causou um prejuízo de R$ 62 mil à vítima. A prisão foi executada em Manaus.
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Conforme o delegado Henrique Brasil, titular da Dercc, as investigações sobre o crime foram conduzidas pela PCGO. O crime aconteceu em Goiás, onde a vítima, sócia-administradora de uma empresa, relatou que, no dia 2 de julho de 2024, uma de suas funcionárias foi induzida a cair em um golpe por meio de um aplicativo de mensagens. Na ocasião, o grupo criminoso simulou uma negociação fraudulenta, resultando no desvio de R$ 62 mil.
“Durante as investigações, a PCGO identificou que o crime fazia parte de uma organização criminosa estruturada em três camadas. A primeira era composta por aqueles que aplicavam o golpe diretamente na vítima; a segunda envolvia os cooptadores de contas bancárias; e a terceira reunia os indivíduos que cediam suas contas ou geravam boletos falsos para distribuir o dinheiro ilícito”, explicou o delegado.
Segundo a autoridade policial, a primeira camada do crime era comandada por um suposto líder, identificado como Maycon Douglas, que segue foragido. A identificação completa dos envolvidos reforça a necessidade de aprofundamento das diligências para a desarticulação total do grupo criminoso.
No decorrer das investigações, os policiais identificaram sete indivíduos que cediam suas contas bancárias para movimentar os valores obtidos ilegalmente. Diante disso, foram solicitados à Justiça mandados de prisão temporária dos suspeitos, além de buscas e apreensões em endereços ligados ao crime.
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Foi constatado que Virlene Batista atuava como intermediária, utilizando sua conta bancária para movimentar os recursos e auxiliar na ocultação do dinheiro. Ela foi localizada no bairro Amazonino Mendes, na zona norte de Manaus.
“As investigações seguem em andamento para prender todos os envolvidos nesse grupo criminoso que aplica golpes contra a população”, enfatizou Henrique Brasil.
A mulher responderá por estelionato eletrônico e organização criminosa. Ela permanecerá à disposição da Justiça.
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